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Passageiro finge ser piloto e tenta acessar cabine de comando da Azul

Tripulação restringe movimento de homem durante voo entre Porto Alegre e São Paulo e aciona autoridades depois do pouso

Azul
A nota oficial da companhia destacou que todas as ações em curso têm como objetivo consolidar uma estrutura de capital mais robusta | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Um passageiro tentou se passar por piloto da Gol e pediu acesso à cabine de comando de uma aeronave da Azul durante um voo realizado em 24 de fevereiro. O Airbus A320 decolou de Porto Alegre às 14h12 e aterrissou em Congonhas, São Paulo, às 15h52, no voo AD6035.

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O homem embarcou com um bilhete comum, mas se apresentou à tripulação como comandante. A tentativa de aproximação com a cabine chamou a atenção dos funcionários da Azul, que seguiram os protocolos internos e limitaram o acesso do passageiro ao longo do voo.

A Azul informou que a equipe de bordo agiu de forma preventiva assim que identificou a conduta suspeita. Durante o voo, os tripulantes restringiram os movimentos do homem e impediram qualquer aproximação com os comandos da aeronave.

Depois do pouso, a companhia confirmou que o passageiro não integrava o quadro de pilotos da Gol. A empresa, portanto, relatou o caso às autoridades competentes e disse, por meio de nota, que a segurança dos passageiros permaneceu garantida durante todo o trajeto.

Gol também é notificada sobre ocorrência com passageiro

A Gol também recebeu o relato do incidente. Em resposta, a empresa argumentou que recebeu o episódio com seriedade e o comunicou internamente, reforçando seu compromisso com a segurança operacional.

Até o momento, as autoridades não divulgaram a identidade do passageiro nem confirmaram se ele responderá criminalmente. As investigações seguem em andamento.

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A aviação civil classifica como grave qualquer tentativa de acesso não autorizado à cabine de comando. Em geral, a Polícia Federal e a Agência Nacional de Aviação Civil iniciam uma apuração imediata desses casos.

Como resultado, as autoridades orientam as empresas aéreas a seguir protocolos rígidos para preservar a integridade da tripulação e dos passageiros. Isso ocorre mesmo quando não identificam indícios imediatos de ameaça.

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