publicidade
Brasil

Unesco reconhece teatros de Manaus e Belém como patrimônios mundiais

A decisão faz do conjunto o primeiro bem cultural da Região Norte a ingressar na lista

Theatro da Paz, em Belém, e Teatro Amazonas, em Manaus | Colagem das fotos de Celso Roberto de Abreu Silva/Wikimedia Commons e Rafael Zart/Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania
Theatro da Paz, em Belém, e Teatro Amazonas, em Manaus | Colagem das fotos de Celso Roberto de Abreu Silva/Wikimedia Commons e Rafael Zart/Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania

Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você

• Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco aprovou, em 27 de julho, a candidatura conjunta do Teatro Amazonas e do Theatro da Paz.
• Os dois passam a integrar a lista da Unesco como Teatros da Amazônia, primeiro bem cultural da Região Norte do Brasil reconhecido.
• Candidatura foi coordenada pelo Iphan, em parceria com os ministérios da Cultura e das Relações Exteriores e secretarias estaduais de Cultura.

O Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco aprovou, nesta segunda-feira, 27, a candidatura conjunta do Teatro Amazonas, em Manaus, e do Theatro da Paz, em Belém, que passam a integrar a lista da organização sob a designação Teatros da Amazônia. Com a decisão, o conjunto se torna o primeiro bem cultural da Região Norte do Brasil a receber o reconhecimento.

+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste

Receba nossas atualizações

A candidatura foi coordenada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em parceria com o Ministério da Cultura e o Ministério das Relações Exteriores, com colaboração das secretarias de Cultura do Amazonas e do Pará. A aprovação ocorreu durante reunião do comitê, realizada na Coreia do Sul.

Reconhecimento da Unesco destaca valor histórico e arquitetônico

Construídos durante o ciclo da borracha, entre o fim do século XIX e o começo do século XX, os dois teatros refletem o período de prosperidade econômica da Amazônia. O Theatro da Paz foi inaugurado em 1878, em Belém, enquanto o Teatro Amazonas abriu as portas em 1896, em Manaus. Ambos combinam influências da arquitetura europeia com elementos inspirados na região amazônica.

Segundo a Unesco, a inscrição foi aprovada porque os teatros atendem a dois critérios da organização: demonstram “um importante intercâmbio de valores humanos” na evolução da arquitetura, das artes e do planejamento urbano e constituem “exemplos notáveis de edifícios, conjuntos arquitetônicos ou paisagens representativos de etapas significativas da história da humanidade”.

Com a inclusão dos Teatros da Amazônia, o Brasil passa a ter 26 bens inscritos na lista da Unesco. Desse total, 16 são culturais, nove são naturais e um é misto. A relação reúne bens considerados pelo Comitê do Patrimônio Mundial como de “valor universal excepcional”.

Leia também: “A Belém que a COP não viu”, reportagem de Artur Piva publicada na Edição 321 da Revista Oeste

Leia mais:

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade