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PF descarta bomba em voo que fez pouso emergencial em Brasília

Checagem detalhada acabou na madrugada desta sexta-feira, 8, quando todas as bagagens passaram por inspeção de raio-X

PCC - A Polícia Federal (PF) é uma força policial brasileira subordinada ao Ministério da Justiça. Ela investiga fraudes do INSS | Foto: Divulgação/PF
A ofensiva recebeu autorização do Supremo Tribunal Federal | Foto: Divulgação/PF

Depois que uma ameaça de bomba levou um voo da Azul a pousar de forma emergencial em Brasília, na noite desta quinta-feira, 7, a Polícia Federal (PF) concluiu que não havia explosivos na aeronave. A checagem detalhada acabou já na madrugada desta sexta-feira, 8, quando todas as bagagens passaram por inspeção de raio-X.

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A aeronave saiu de São Luís com destino a Campinas (SP), mas precisou alternar a rota depois que um bilhete foi achado no banheiro com alerta sobre supostos explosivos no compartimento de cargas. O pouso emergencial ocorreu às 20h45, no Aeroporto Internacional de Brasília, onde autoridades adotaram protocolos de segurança imediatamente.

PF descarta explosivos e investiga autor do bilhete

Rota da aeronave
Rota da aeronave | Foto: Reprodução/Flight Radar

No comunicado oficial, a Polícia Federal informou que, “após varredura antibombas, descartou a presença de qualquer artefato explosivo em aeronave da companhia aérea Azul que, na noite desta quinta-feira (7/8), teve voo alternado para Brasília”. Apesar disso, as investigações sobre quem escreveu o bilhete continuam.

Os 170 passageiros e os tripulantes desembarcaram sem incidentes. Durante a madrugada, todos permaneceram na sala de segurança do terminal e prestaram depoimentos à Polícia Federal. Eles foram liberados ao amanhecer. A Azul informou que o voo AD4816 declarou emergência por precaução em razão de ameaça a bordo e destacou que todos os clientes receberam o suporte necessário depois da liberação das autoridades.

A Inframerica, concessionária responsável pelo Aeroporto de Brasília, informou que acionou um plano de contingência, de acordo com o protocolo interno. As operações no terminal seguiram normalmente, sem impacto em outros pousos e decolagens, já que o aeroporto dispõe de duas pistas paralelas.

Leia também: “O Brasil sem GPS — e sem rumo”, reportagem de Dagomir Marquezi publicada na Edição 279 da Revista Oeste

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