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Polícia de São Paulo prende foragido da ‘saidinha’

Homem que usava dados falsos foi detido em Ribeirão Preto pelo programa ‘Muralha Paulista’

Polícia detém foragido ao fazer reconhecimento facial | Foto: Divulgação/Governo de SP
Polícia detém foragido ao fazer reconhecimento facial | Foto: Divulgação/Governo de SP

Um homem de 34 anos, procurado pela Justiça por crimes de roubo, furto e porte ilegal de arma, foi preso pela Polícia Militar depois de ser identificado pelo sistema de reconhecimento facial do programa Muralha Paulista, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ele estava foragido desde março, quando não retornou ao sistema prisional em razão do benefício da ‘saidinha’ de presos.

O detido acumula sete inquéritos e 14 processos por crimes como furto, roubo e porte ilegal de arma de fogo, registrados entre 2010 e 2016. Ainda segundo a PM, ele cometeu um homicídio quando era menor de idade. A prisão ocorreu na terça-feira, 21, durante patrulhamento de uma equipe do Batalhão de Ações Especiais (Baep) no bairro Quintino Facci II. 

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Polícia usa sistema e identifica dados falsos

De acordo com o boletim de ocorrência, na abordagem, o suspeito apresentou versões contraditórias e tentou se identificar com dados falsos. Durante consulta ao sistema do Muralha Paulista, os agentes da polícia confirmaram a verdadeira identidade do homem, por meio do reconhecimento facial. 

O programa Muralha Paulista opera câmeras interligadas, distribuídas entre leitores de placas, equipamentos de reconhecimento facial e dispositivos de monitoramento em tempo real. A rede integra câmeras e sensores de órgãos públicos e privados a bases de dados e indicadores de localização, ampliando a capacidade de análise e resposta das forças policiais, operacionais e especializadas.

Leia também: “O ódio do PT a quem quer prosperar pelo trabalho”, reportagem publicada na Edição 318 da Revista Oeste

As câmeras do Muralha Paulista cruzam informações com o Banco Nacional de Mandados de Prisão e usam reconhecimento facial para identificar automaticamente foragidos da Justiça. Também contribuem para monitorar e ajudar a organizar o trânsito, localizar pessoas desaparecidas e veículos furtados ou roubados por meio da leitura e análise de placas.

Segundo o governo paulista, a tecnologia restringe rotas de fuga, dificulta a movimentação dos criminosos e aumenta a capacidade de resposta das forças de segurança. 

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