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Polícia Federal cumpre 26 mandados de busca e apreensão

Agentes da corporação estão nas ruas de seis Estados

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A Polícia Federal (PF) deflagrou duas operações na manhã desta quarta-feira, 3. Agentes da corporação foram às ruas para cumprir o total de 26 mandados de busca e apreensão. Também foram expedidos sete mandados de prisão temporária.

Leia mais: “Ministério Público denuncia Wilson Witzel por 5 crimes”

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Batizada de Operação Esopo 267, a primeira ação do dia da PF focou investigação feita em parceria com o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União. Há a suspeita de que se formou organização criminosa para fraudar processos de licitação em relação à construção de um prédio do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, informa a Agência Brasil.

De acordo com a PF, o esquema teria sido responsável por desfalques milionários. “Os contratos investigados somam mais de R$ 25 milhões. A partir das movimentações financeiras suspeitas, laudos periciais e informações de campo, estima-se um prejuízo aos cofres públicos da União superior a R$ 4 milhões”, afirma a corporação.

A Operação Esopo 267 resultou em 13 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça. As ações ocorreram na capital do Tocantins (Palmas) e na de Goiás (Goiânia).

PF contra lavagem de dinheiro

Também na manhã de hoje, aproximadamente 60 policiais federais foram escalados para trabalhar diretamente na Fractais, nome da nova fase da Operação Egypto, que apura denúncias contra possíveis crimes de lavagem de dinheiro.

A Fractais redundou em 13 mandados de busca e apreensão, destaca a Agência Brasil. Houve, ainda, mandados de prisão temporária a ser cumpridos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória e em três municípios do Rio Grande do Sul: Campo Bom, Estância Velha e Nova Hamburgo.

“Possível crime de lavagem de dinheiro”

A nova fase da Operação Egypto investiga ocultação de patrimônio e a presença de “laranjas” como forma de tentar despistar as autoridades. Ao relatar “possível crime de lavagem de dinheiro”, a PF bloqueou 170 imóveis, cujo valor total é estimado em R$ 80 milhões.

Leia também: “O MP está doente”, artigo do colunista J. R. Guzzo publicado na Edição 47 da Revista Oeste

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