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Brasil

Prefeito de São Paulo sanciona lei que põe no fim da fila quem escolher vacina

As pessoas que não quiserem receber o imunizante disponível no posto de saúde terão de assinar um termo de recusa

Governo do Estado de São Paulo amplia vacinação contra Covid-19 para as estações do Metrô, CPTM e EMTU Local: São Paulo/SP Data: 13/05/2021

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sancionou a lei que coloca no fim da fila as pessoas que escolherem o tipo de vacina contra a covid-19, se recusando a receber a aplicação da dose do imunizante que estiver disponível. A sanção foi publicada na edição desta terça-feira, 27, do Diário Oficial do Município.

De acordo com a legislação aprovada, “aquele que for retirado do cronograma de vacinação por recusa do imunizante será incluído novamente na programação após o término da vacinação dos demais grupos previamente estabelecidos”.

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Leia mais: “Sem garantia de doses, prefeitura de São Paulo adia vacinação de pessoas com 28 anos”

As pessoas que não quiserem tomar a vacina disponível no posto de saúde terão de assinar um termo de recusa, que será juntado ao cadastro único do paciente na rede municipal de saúde — de modo que não será possível se vacinar em outra unidade.

A nova regra vale também para os inscritos na “xepa” da vacina. As exceções são gestantes, puérperas e pessoas com comorbidades.

Leia também: “Brasil, Uruguai, Argentina e outros latinos superam média mundial de doses aplicadas”

O projeto havia sido aprovado na Câmara Municipal no dia 16 de julho. O texto é de autoria do vereador Carlos Bezerra Jr. (PSDB).

Leia também: “Estado de SP já tem 72% de adultos vacinados com pelo menos uma dose”

11 comentários
  1. Cleonice Amaral
    Cleonice Amaral

    Deve ser a rejeição da CoronaVac,
    Prefiro mil x aguardar, que injetar vacina emergencial chinesa..

    Me reservo ao direito de escolha.
    Vou continuar na Ivermectina.

  2. Ronaldo
    Ronaldo

    E os efeitos colaterais? Cambada de lacrador, a pessoa tem que tomar o que ela achar melhor. Dia 01 paulista voto auditável já !!’

  3. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    Fez isso porque não precisou tomar Coronavac. Sem vergonha.

  4. Cervantes 51
    Cervantes 51

    Isto sim é ditadura, querem obrigar a gente a tomar as porcarias que eles querem, e sera assim a marca da Besta, na imposição é o treinamento, pesquisem, acordem, lutem, reajam a esta gente e a nova ordem mundial.

  5. cido
    cido

    coisa mais idiota, desde quando o cidadao que vai ao posto e descobre que nao é a vacina que ele espera tomar, vai dar os seus dados e assinar um termo, é só sair a procura de outros postos como todos fazem

    1. Joaquim Otavio Gois
      Joaquim Otavio Gois

      Eu não escolhi vacina nenhuma. Continuo tomando Ivermectina de 15/15 dias e Vitamina D3 todo dia. Não há comprovação científica? Nao sei. Só sri que desde de abril do ano passado nem sequer uma “gripezinha” peguei.

  6. esz.eduardo@gmail.com
    [email protected]

    FDP’s, é o cidadão quem paga as vacinas com os seus impostos. Se existe mais de um tipo de vacina o cidadão tem o direito de escolher. Esses comunistas têm que ser extirpados da política, e isso só será possível com o voto auditavel. Como será que Renan Calheiros e Omar Aziz se elegem apesar dos roubos?

    1. Bianca Spotorno
      Bianca Spotorno

      Curiosa em saber como isso vai funcionar, vai ter coerção física para assinar o documento? É o tipo de lei inócua, as pessoas vão perguntar na fila qual a vacina e se não for a que querem vão embora. Eu fiz isso. Estão criando medidas totalitárias, antipáticas, um absurdo.

      1. Alex Sander Santos
        Alex Sander Santos

        Pensei exatamente o meso. Se eu vou até o posto voluntariamente, não faz o menor sentido quererem me obrigar a assinar. Qual é o próximo passo? Arrastar as pessoas de casa para vacinar?

    2. Bianca Spotorno
      Bianca Spotorno

      Também me pergunto como esses trastes se elegem, só pode ser fraude ou roubo.

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