Um ataque realizado por indígenas armados resultou na morte de dois produtores rurais em Itamaraju, no extremo sul da Bahia. O crime ocorreu no fim de outubro. Na ocasião, os criminosos, alguns encapuzados, invadiram a associação agrícola Córrego da Barriguda e efetuaram os disparos. Os dois agricultores assassinados eram Amauri Sena dos Santos, de 37 anos, e Alberto Carlos dos Santos, de 60 anos.
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Em nota, a Polícia Militar da Bahia informou que prendeu quatro autores do crime. Com eles havia uma pistola, espingardas, carregadores, munições e um veículo. Ainda segundo informações da corporação, o ataque ocorreu durante o que chamaram de “retomada da área” feita por indígenas.
Clima de tensão na Bahia
Moradores da região relatam clima de medo depois do atentado. O produtor rural José Geraldo Favarato afirmou à TV Globo que indígenas o expulsaram da fazenda em que morava. “Pegaram um trabalhador meu que estava lá no cacau, bateram, espancaram e o expulsaram”, disse. “Acabou com minha vida, acabou.”
Em julho deste ano, agentes da Força Nacional prenderam Wellington Braz, conhecido como cacique Suruí. A prisão ocorreu durante um patrulhamento de rotina em áreas de conflito de terras próximo à aldeia Barra Velha, em Porto Seguro. O indígena dirigia uma Toyota Hilux e portava duas pistolas e várias munições.
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Depois da prisão, indígenas da tribo pataxó bloquearam a BR 101 e exigiram a soltura de Suruí. Os manifestantes alegaram que o cacique sofre ameaças de morte. A Força Nacional atua no extremo sul da Bahia constantemente, em razão das invasões de terras feitas por indígenas.








































Mostra a insegurança do direito à propriedade que a constituição consagra. A Bahia é terra de ninguém. Não sei como alguém tem coragem de visitar esses Estados com alta criminalidade.