A redução da pressão noturna na Região Metropolitana de São Paulo economizou 4,9 bilhões de litros de água de 8 a 14 de outubro, segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A economia equivalente ao consumo de 860 mil pessoas durante um mês ou o total consumido pela cidade de Santos, no litoral sul paulista, consome durante dois meses.
Desde que foi implementada, em 27 de agosto, a medida economizou mais de 22 bilhões de litros de água. A quantidade suficiente para abastecer durante 30 dias as quatro cidades mais populosas do Grande ABC Paulista: São Bernardo do Campo, Santo André, Mauá e Diadema. Juntos, os municípios somam mais de 2,4 milhões de habitantes.
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A redução da pressão foi adotada por determinação da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo. O processo ocorre no período noturno, quando há menor consumo pela população.
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O objetivo é preservar os mananciais que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo, que vive a estiagem mais severa dos últimos dez anos.

Fases da redação de pressão adotada pela Sabesp
De 27 de agosto a 21 de setembro, a redução era de oito horas, começando às 21 horas e encerrando às 5 horas. Desde 22 de setembro, o tempo foi ampliado em duas horas, das 19 horas às 5 horas.
“A companhia reitera que os imóveis que possuem caixa d’água com tamanho adequado para o seu padrão de consumo, como previsto no Decreto Estadual 12.342/78, não devem sentir os efeitos”, afirma a Sabesp, por meio de nota. A empresa lembra ainda a importância do uso consciente da água por toda a população.
Leia também: “O saneamento está prestes a ser básico”, reportagem de Edilson Salgueiro publicada na Edição 227 da Revista Oeste
Revista Oeste, com informações da Agência Estado






































As pessoas usam água como se fosse fonte inesgotável! Mesmo em épocas de seca!
O uso consciente ainda demorará! Basta ver as mangueiras usadas como se fossem vassouras nas calçadas!