O Laboratório Central (Lacen) do Rio Grande do Sul (RS) informou, no sábado 25, que analisa mais de 800 amostras de suspeitas de leptospirose. A Secretaria de Saúde do Estado comunicou que acompanha o aumento dos prováveis casos associados às enchentes. As informações são da Agência Brasil.
Segundo o órgão, o Lacen do RS tem dois tipos de testes para diagnosticar a leptospirose: de biologia molecular (RT-PCR) e o sorológico. O RT-PCR detecta a bactéria no organismo do paciente, indicado para análise nos primeiros dias que a doença começa a dar indícios.
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Já o método sorológico detecta o anticorpo produzido pelo organismo do paciente em resposta à infecção causada pela bactéria. É indicado para quem apresenta sintomas há sete dias ou mais.
Ambos os exames estão disponíveis para os casos de suspeita expostos às enchentes. O Lacen recebe amostras das 7h às 19h. Até a quinta-feira 23, o Estado tinha pouco mais de mil notificações da doença e 54 casos confirmados. Quatro mortes pela doença foram confirmadas e outras quatro são investigadas.
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A leptospirose é infecciosa febril aguda, sendo transmitida pela exposição à urina de animais infectados, principalmente ratos. A contaminação pode ser por meio de lesões na pele ou por pele ilesa imersa por grandes períodos na água contaminada.
A doença pode ser transmitida ainda por mucosas. Os sintomas surgem entre um e 30 dias. As principais características da infecção é febre, fraqueza, dor de cabeça, dores no corpo e calafrios. É recomendado procurar um serviço de saúde nos casos dos sintomas.





































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