A Justiça de São Paulo concedeu uma redução de 69 dias na pena do ex-jogador Robinho, condenado a nove anos de prisão por violência sexual em grupo contra uma mulher albanesa em Milão, em 2013.
A decisão, publicada em 28 de outubro no Diário de Justiça, considerou cursos, leituras e estudos realizados por Robinho na Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (Tremembé II), no Vale do Paraíba.
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Segundo o portal UOL, entre abril de 2024 e janeiro de 2025, ele concluiu 11 cursos com carga de 132 horas, 464 horas de aulas do ensino médio e a leitura de cinco livros — atividades previstas na Lei de Execução Penal e em resolução do Conselho Nacional de Justiça.
Em vídeo divulgado recentemente pelo Conselho da Comunidade de Taubaté, Robinho afirmou não receber tratamento especial: “Minha alimentação, o horário que eu durmo, é tudo igual aos outros reeducandos”.
A condenação de Robinho

Condenado em última instância pela Justiça italiana em 2022, Robinho teve a sentença homologada pelo Superior Tribunal de Justiça em março de 2024 e confirmada pelo Supremo Tribunal Federal em novembro do mesmo ano, permitindo o cumprimento da pena no Brasil.
As investigações revelaram que o ex-jogador e outros cinco homens estupraram uma mulher embriagada. A condenação baseou-se em interceptações telefônicas que confirmaram a participação dele. Robinho sempre negou o crime e sustenta que a relação foi consensual.
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Revelado nas categorias de base do Santos, Robinho subiu ao time principal em 2002, aos 18 anos, e ajudou o clube a conquistar o primeiro título brasileiro desde a era Pelé. Depois, venceu outro Campeonato Brasileiro pelo Santos, dois títulos da La Liga pelo Real Madrid e uma Serie A italiana em sua primeira temporada no Milan. Pela Seleção Brasileira, conquistou a Copa América, duas Copas das Confederações e disputou duas Copas do Mundo.
Em 2017, foi condenado pela Justiça italiana por violência sexual em grupo ocorrida em 2013, em Milão. A sentença foi confirmada em todas as instâncias e, em 2022, tornou-se definitiva. O Brasil negou o pedido de extradição por se tratar de um cidadão brasileiro, e, em março de 2024, Robinho começou a cumprir a pena de nove anos de prisão no país.
Mais um babaca no futebol, milionário que cometeu o crime de estupro coletivo na Itália. Tem que ser pouca inteligência e nenhum caráter para tal imbecilidade.