Casos suspeitos de intoxicação por bebidas alcoólicas contaminadas com metanol foram registrados em pelo menos cinco Estados e no Distrito Federal. Em todo o país, os casos suspeitos e confirmados já ultrapassam 110.
Em São Paulo, os municípios de Araçatuba, Itaquaquecetuba e Mogi das Cruzes confirmaram novos registros. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, o boletim divulgado nesta sexta-feira confirma 11 intoxicações. Há ainda 91 casos em investigação, com oito mortes suspeitas.
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Nesta sexta-feira, 3, Bahia e Paraná anunciaram investigações. Em Curitiba, capital paranaense, um homem de 60 anos está em estado grave depois de ingerir destilados.
Já no município baiano de Feira de Santana, ocorreu uma morte suspeita na madrugada desta sexta-feira. Um laudo deve confirmar em até sete dias se houve ingestão de bebida contaminada.
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Em Pernambuco, seis ocorrências estão em análise. Duas resultaram em mortes. Em Lajedo, um homem morreu em 9 de setembro e outro paciente ficou com sequelas na visão. Já em João Alfredo, um homem de 30 anos morreu depois de sintomas de intoxicação. Em Olinda, uma mulher de 35 anos apresentou sequelas oculares.
Os casos mais recentes são de um homem e uma mulher. Residente em São Paulo, ela passou mal depois de beber gim e foi atendida em Ipojuca. O sexto caso é de um homem de Gravatá, que buscou atendimento em Caruaru depois de relatar dificuldades de visão.
No Distrito Federal, o rapper Gustavo Hungria foi internado na quinta-feira, no Hospital DF Star, com suspeita de intoxicação. O governo federal e do DF confirmaram a suspeita. O diretor-geral da unidade, Alisson Borges, afirmou nesta sexta-feira que ainda não há confirmação.
No Mato Grosso do Sul, um jovem morreu em Campo Grande depois de consumir uísque e gim. O caso ocorreu na quinta-feira.
Situação nos Estados:
- São Paulo: 91 casos suspeitos e 11 confirmações.
- Paraná: um caso suspeito.
- Bahia: uma morte suspeita.
- Pernambuco: seis pacientes, duas mortes suspeitas.
- Distrito Federal: um caso suspeito.
- Mato Grosso do Sul: uma morte suspeita.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que acionou autoridades estrangeiras para acelerar a liberação no Brasil do fomepizol, usado como antídoto em casos de intoxicação por metanol.








































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