Silva e Luna fechou escritório onde atuava noiva de Lula

General foi indicado por Bolsonaro para comandar a Petrobras
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Lula e a noiva, Janja
Lula e a noiva, Janja | Foto: Ricardo Stuckert

Nome escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar a Petrobras, o general Joaquim Silva e Luna foi o responsável por fechar o escritório onde trabalhava Rosângela Silva, informa o jornal Gazeta do Povo nesta terça-feira, 23. Conhecida como Janja, Rosângela é noiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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A medida que afetou a parceira do petista foi tomada por Silva e Luna logo após ele assumir o cargo de diretor-presidente da hidrelétrica de Itaipu, no começo de 2019. Para concentrar as operações da estatal em Foz do Iguaçu (PR), o general decidiu encerrar as atividades do escritório em Curitiba (PR), onde Janja e outros mais de 100 servidores trabalhavam.

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Com o fechamento do escritório na capital do Paraná, Janja e os demais funcionários tinham a opção de se mudar para a região de Foz do Iguaçu ou aderir ao programa de demissão voluntária. A hoje noiva de Lula decidiu-se pela segunda opção e deixou os quadros da empresa, onde recebia salário mensal de aproximadamente R$ 20 mil.

General de mudança

O general Joaquim Silva e Luna deve se desligar da diretoria da hidrelétrica de Itaipu para assumir a presidência da Petrobras a partir de março. Indicado por Bolsonaro, ele precisa ter o nome aprovado pelo conselho de administração da companhia.

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