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Tarcísio sanciona lei que proíbe acorrentamento de animais

O texto veda o uso de correntes, cordas e similares para limitar a movimentação de bichos

Uso de correntes é permitido apenas em ocasiões momentâneas | Foto: Dilma SH/Pexels
Uso de correntes é permitido apenas em ocasiões momentâneas | Foto: Dilma SH/Pexels

A partir de agora, tutores de animais domésticos no Estado de São Paulo não poderão mais manter seus bichos presos por correntes, cordas ou objetos semelhantes. A medida foi oficializada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) nesta segunda-feira, 25.

Conforme o texto aprovado, considera-se acorrentamento toda forma de limitar a movimentação do animal com uso de correntes, cordas ou similares, impedindo sua livre circulação.

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Além disso, define-se como alojamento inadequado qualquer espaço que ofereça perigo à saúde ou à vida do animal, não respeite o porte e o tamanho do bicho nem siga as normas de bem-estar animal.

Detalhes da lei contra o acorrentamento de animais

Punições para os infratores ainda não foram definidas | Foto: Reprodução/Redes sociais
Punições para os infratores ainda não foram definidas | Foto: Reprodução/Redes sociais

A legislação prevê exceções restritas: o uso temporário de correntes será permitido apenas em situações pontuais, quando não houver outra opção de contenção. Nestes casos, o animal deve contar com abrigo apropriado, acesso garantido a água limpa, alimentação, higiene e possibilidade de se movimentar minimamente.

O texto não especifica punições diretas para quem descumprir as normas, mas determina que as sanções seguirão o que já está estabelecido pela Lei Federal de Crimes Ambientais (Lei n° 9.605/1998).

A Lei Federal de Crimes Ambientais prevê detenção de três meses a um ano e multa para quem maltratar, ferir ou mutilar animais. Em caso de morte, a pena aumenta, e, desde 2020, os crimes contra cães e gatos passaram a ser punidos com reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição da guarda.

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O deputado estadual Rafael Saraiva (União Brasil), autor do projeto, disse que a lei representa “um marco para a causa animal e uma esperança para todos que dedicam suas vidas a essa luta”. Segundo ele, a mobilização de protetores, ONGs e milhares de pessoas fez São Paulo dar “um passo histórico ao garantir liberdade e respeito a cães e gatos”.

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4 comentários
  1. Maq C0
    Maq C0

    Tarcísio realmente, só decepção. Quantos pitbulls já mataram, arrancaram pedaços de gente ?

  2. Refletindo internamente
    Refletindo internamente

    AÍ vc deixa o cão solto no quintal, ele foge pra rua por destreza acrobatica de um muro ou cerca de penitenciaria e mata uma criança na rua a culpa passa a ser do ESTADO

  3. Refletindo internamente
    Refletindo internamente

    Não tenha animais, Não tenha filhos, Não se case, Não se envola com filhos dos outros, Não discuta com mulheres, Não deduza que homem é homem ou mulher é mulher! Esse é o recado ESTATAL e o novo NORMAL

  4. Bruno Santos Rodrigues dos Reis
    Bruno Santos Rodrigues dos Reis

    na boa
    se os tutores fossem mais responsaveis com seus bichinhos…

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