Uma operação da Polícia Militar resultou na interdição de trechos da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira, 27. O foco da ação foi a Cidade Alta, na zona norte da capital fluminense. Moradores relataram tiros nas primeiras horas do dia.
A operação envolveu policiais do 16º Batalhão da PM e do Comando de Operações Especiais. As equipes atuaram nas comunidades Cidade Alta, Pica-Pau, Kelsons, Quitungo, Tinta, Dourados, Dique, Furquim Mendes e Guaporé. Todas ficam em áreas controladas pelo Terceiro Comando Puro, facção liderada pelo traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão.
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O grupo domina o comércio local, controla a circulação nas ruas e mantém rivalidades com outras quadrilhas. Por isso, é alvo frequente de operações. A ação desta quinta faz parte do cerco à estrutura criminosa do chamado Complexo de Israel, que inclui cinco comunidades.
O tiroteio interrompeu a circulação de trens no ramal Saracuruna da SuperVia. Apenas os trechos entre Central do Brasil e Penha e entre Duque de Caxias e Saracuruna funcionaram. O motivo foi um confronto armado perto da Estação Cordovil.
No sistema BRT, a Mobi-Rio suspendeu temporariamente três linhas: 60, 61 e 71. As autoridades restabeleceram a circulação por volta das 5h50.
A Avenida Brasil foi reaberta nos dois sentidos no mesmo horário, mas ainda tem faixas interditadas nas pistas central e lateral, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio. O policiamento segue reforçado com apoio do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas.
Histórico de confrontos na Cidade Alta
A região tem sido palco de confrontos frequentes. Em janeiro, uma grande operação mobilizou cerca de 400 policiais e dez blindados. As equipes atuaram em comunidades da zona norte e de Duque de Caxias. Durante a ação, o tenente Marcos José de Amorim, do 41º BPM, foi baleado em Furquim Mendes e morreu.
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Na mesma operação, a polícia prendeu nove criminosos e apreendeu fuzis, granadas, rádios e drogas. As autoridades fecharam a Avenida Brasil e a Linha Vermelha preventivamente, seguindo protocolos de segurança.






































Prende logo Lindemberg Farinha e deixa uma caçamba de farinha perto dele pra ele se acalmar
tadinho dos criminosos vitimas da sociedade só estavam “protegendo seu território da invasão do governo legalmente estabelecido”
Parabéns governador Cláudio Castro .
…narcopresidente.
…nas cidades…