Depois de registrar ataques e ameaças a magistrados, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu investir R$ 131,9 milhões na compra de 320 carros blindados Toyota RAV4. O objetivo é reforçar a proteção de desembargadores, juízes que atuam em áreas criminais, além de jurados envolvidos em julgamentos de organizações criminosas.
O episódio envolvendo a juíza Tula Corrêa de Mello, atacada em 30 de março deste ano, intensificou as preocupações com a segurança. Ela escapou graças ao uso de um carro blindado próprio e à aplicação de técnicas de direção defensiva orientadas pelo setor de segurança institucional do TJ-RJ. O marido dela, João Pedro Marquini, policial civil, foi morto pelos criminosos ao dirigir um veículo sem blindagem à frente.
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A aquisição dos novos veículos prevê a substituição da frota a cada cinco anos, conforme determina a Resolução 435 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que exige ações de proteção aos magistrados. A medida também mantém a escolta armada dos juízes, feita por policiais militares cedidos pela Secretaria de Polícia Militar, além dos cursos de direção defensiva para magistrados, conforme apuração do jornal O Globo.

Para justificar a compra, o tribunal realizou uma análise de custos, pesquisou o mercado e optou pela contratação direta, considerando a quantidade de carros, prazo de entrega de 180 dias e exigências técnicas da Comissão de Políticas Institucionais e do setor de segurança institucional.
O estudo apontou que, ao fim de 60 meses, a compra geraria economia de R$ 326,3 mil por veículo em relação à locação, sem contar o reajuste anual dos contratos de aluguel, indexados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo.
TJ-RJ considerou eficácia de blindagem em veículos
A escolha do SUV RAV4 se deu pela possibilidade de instalar blindagem mais robusta, o que intensifica a proteção dos ocupantes. Segundo relato da juíza Tula Corrêa, “a concentração de tiros no para-brisa quase rompeu a blindagem anterior, considerada inferior”, explicou.

A decisão também considerou a existência de oficina própria para manutenção da frota após o fim da garantia, o que inclui estrutura, ferramentas e equipe técnica. Os 279 veículos atualmente em uso — 214 Corollas e 65 Jettas — serão leiloados, com lance inicial baseado na Tabela Fipe, para recuperar parte do investimento feito na nova frota.
Desde o assassinato da juíza Patricia Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, em agosto de 2011, o TJ-RJ tem reforçado medidas de segurança. Patricia, que enfrentava ameaças havia cinco anos por combater organizações criminosas, foi morta por policiais militares do 7º BPM (São Gonçalo) sem utilizar carro blindado.






































Enquanto isto…
A comEssão de compra dos veículos e o adendo de blindagem dos mesmos, sorriem em escandalosas gargalhadas! A juíza que sofreu o atentado? Bem… É só um detalhe para justificar a compra.
A próxima renovação será de veículos militares blindados importados como o dos exércitos mundo a fora. E a população que trabalha e rala no dia a dia a assistir ou nem conhecer esta notícia pagando a conta mansa e bovinamente. Brasil. sil, sil, doença sem remédio.
“TJRJ compra 320 blindados para proteger juízes depois de ataque a juíza”: a esquerda, e aí me referindo aos do Judiciário que relativizam o Estado de Direito para facilitar a vida do criminoso, conforme a situação vai se tornando mais grave, e quando a água já lhes atinge os joelhos, cometem, em contrapartida, mais um desacato ao povo de bem: gastando recursos que vieram de nós para protegê-los do sistema de crimes que mantém.
Loucura, um país e suas principais entidades públicas, absolutamente cooptadas por alienados, ignorantes, oportunistas e criminosos!
Interessante… Compram blindados para se protegerem, mas soltam bandidos em audiências de custódia. A população que não tem blindados para andar fica como?
Não fica…Para eles, tudo e para nós, a conta para pagar…
Vão ter que andar assim daqui pra frente , essa casta precisar ser parada
Por favor corrijam o título. É impossível falar em 132 BILHÕES DE REAIS.
Me incluam fora de arcar com essa conta.