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Brasil

Universidade federal estabelece cotas para trans, travestis e ciganos

A nova política voltada aos cursos da pós-graduação abrange, também, quilombolas, negros e deficientes

universidade federal
Foto: Divulgação/UFPE

Os cursos de mestrado e de doutorado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) terão 30% das vagas reservadas a cotistas. O público-alvo abrange negros, quilombolas, ciganos, indígenas, transexuais, transgêneros, travestis e deficientes. Aprovada na sexta-feira 28, a determinação é do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da faculdade. O novo critério, porém, deve começar a valer a partir de junho.

Para ter acesso ao benefício, deficientes terão de apresentar um laudo médico; já quilombolas, indígenas e ciganos, uma “declaração de pertencimento assinada por liderança local”; candidatos negros serão submetidos a um “colegiado de heteroidentificação”; transexuais, transgêneros e travestis terão de apresentar, apenas, um atestado de autodeclaração. Um dos documentos usados pela UFPE de modo a justificar a nova política foi uma portaria do Ministério da Educação revogada pela própria pasta no ano passado.

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Leia também: “A estupidez da linguagem neutra”, reportagem publicada na Edição 62 da Revista Oeste

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14 comentários
  1. Lucio Sattamini
    Lucio Sattamini

    Como é que o cigano vai estudar se ele vive viajando numa carroça?

  2. Frederic Couto
    Frederic Couto

    Dinheiro de imposto só para ciências médicas e institutos de tecnologia. O resto que se viabilize pelos seus méritos.

  3. jose angelo baracho pires
    jose angelo baracho pires

    Já há muito, essa corja decretou a falência da classe intelectual e artística produzida por Paulo Freire
    CHEGA MAIS OLAVO DE CARVALHO!!!

    1. Renata Thomaz
      Renata Thomaz

      Sério??? Se tivessem cortado o mal pela raiz, não teríamos agora esta aberração. Enquanto isso, outros estudantes que conseguem boas notas por mérito, às vezes, não conseguem vagas. Aos pais de crianças pequenas, se puderem façam poupança para que possam estudar fora do país no futuro. Claro, terão que estudar muito. Existem jovens, que um dos pais são de outro país, mas, moram no Brasil, que os filhos estão optando por estudar fora. Acham que as universidades daqui estão contamindas com professores que optam por política. Não são todos, mas, acabam atrapalhando os outros.

  4. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Melhor fechar essas Universidades públicas, o dinheiro dos pagadores de impostos não é capim.

    1. Carlos Maciel Nunes
      Carlos Maciel Nunes

      Passou da hora de fechar, sai mais barato custear uma bolsa pra quem se esforça e merece.

      1. Frederic Couto
        Frederic Couto

        Tem que cortar essas verbas. Meu imposto não é para esses devaneios. Ciganos? Quilombolas? Vá estudar vagabundo.

  5. TRN
    TRN

    Tolice: como se a opção de gênero fizesse alguém inapto intelectualmente, daí necessitar de cota. Por que não melhorar a educação básica, seja de cigano, trans ou de qualquer outro ser humano?

  6. jose angelo baracho pires
    jose angelo baracho pires

    Querem nos fazer concluir que toda essa patota é pateta. Uhhhh
    Deixaram o Frota entrar sem merecimento.

    1. luiz
      luiz

      As universidades estão formando um bando de militontos sem conhecimento pra arrumar emprego após formados.
      O caminho é dar ensino básico de qualidade pra todo mundo ( homossexuais, negros ,baixinhos ,ciganos etc) e não criar cotas.

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