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USP e Unicamp deixam de exigir comprovante de vacina

Decisão foi tomada nesta quinta-feira, 16, depois de o governador ter sancionado lei que proíbe a prática no Estado

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Campus da Universidade de São Paulo (USP) | Foto: Divulgação/Agência USP

A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Campinas (Unicamp) anunciaram nesta quinta-feira, 16, o fim da exigência do comprovante de vacinação contra covid-19 de alunos, funcionários e professores. A decisão foi tomada depois que o governador Tarcísio Gomes de Freitas sancionou lei estadual que proíbe exigir o documento. A norma foi publicada na edição de quarta-feira 15 do Diário Oficial do Estado.

A Unesp ainda não se pronunciou. As universidades estaduais paulistas eram as instituições com as regras e os protocolos mais rígidos quanto à covid-19. A USP e a Unicamp chegaram a cancelar a matrícula e notas de alunos que se negaram a apresentar o comprovante da vacina. Em outubro do ano passado, a USP retirou do sistema a nota e o registro de frequência de 275 estudantes.

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Em nota divulgada nesta quinta-feira, 16, a USP afirmou que mais de 99% da comunidade universitária está com a vacinação contra a covid-19 atualizada, dado que inclui os calouros aprovados no último vestibular. De 8,2 mil novos alunos, apenas 34 não estão completamente imunizados, segundo a instituição. “Essa alta taxa vacinal nos faz crer que a decisão não acarretará consequências negativas no curso da pandemia na USP”, afirmou a universidade, na nota.

Com a lei, de autoria dos deputados estaduais Janaína Paschoal (PRTB), Altair Moraes (Republicanos), Carlos Cezar (PL), Castello Branco (PL) e Coronel Nishikawa (PL), ninguém pode ser impedido de acessar qualquer lugar ou serviço por não apresentar comprovante vacinal. O texto, porém, não prevê punição aos estabelecimentos que descumprirem a medida.

A nova lei traz algumas exceções na exigência do comprovante vacinal, que incluem os profissionais de saúde que podem ter contato com imunossuprimidos, trabalhadores em instituições para idosos, profissionais em contato com crianças portadoras de doenças crônicas e mulheres grávidas.

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3 comentários
  1. José Gilberto Pizi
    José Gilberto Pizi

    Li nas mídias que deixarão de exigir para funcionários e professores, mas continuarão exigindo para alunos.
    A conferir…

  2. João Luiz MARTUCCI
    João Luiz MARTUCCI

    Parabéns ao governador Tarcísio.
    Essas universidades sustentadas pelos impostos de toda a sociedade querem atender apenas ao que interessa à esquerda.
    Apoia mentiras e narrativas e oprimi quem pensa diferente dos “ Companheiros “
    Se você é branco, hétero e da direita , tem que trabalhar para pagar duas faculdades , a sua própria em faculdade particular e a pública onde não sobra vaga

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