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Vacina da Oxford é eficaz contra variante brasileira, mostra estudo

No trabalho, os pesquisadores avaliaram a capacidade da mutação originada no Amazonas de escapar de anticorpos
O estudo, conduzido por pesquisadores da Oxford e da Fundação Oswaldo Cruz da Amazônia
O estudo, conduzido por pesquisadores da Oxford e da Fundação Oswaldo Cruz da Amazônia | Foto: Cadu Rolim/Estadão Conteúdo

A vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford é eficaz contra a variante brasileira do coronavírus P.1. É o que mostrou um estudo in vitro (não testado em humanos) publicado na segunda-feira 15. O artigo foi revisado por outros cientistas. Conforme a pesquisa, o imunizante mantém a proteção registrada contra a cepa do Reino Unido, de mais de 70%.

No trabalho, os pesquisadores avaliaram a capacidade da mutação originada no Amazonas de escapar de anticorpos — não somente os induzidos por vacinas, mas também do soro de convalescente (anticorpos gerados por quem teve a infecção por coronavírus há mais tempo), e os chamados anticorpos monoclonais, que são um tipo de remédio biológico.

Constatou-se que, nos dois primeiros casos, o cenário é mais positivo. O estudo, conduzido por pesquisadores da Oxford e da Fundação Oswaldo Cruz da Amazônia, coletou amostras de soro de 25 pessoas que receberam a vacina a instituição acadêmica. O levantamento considerou também voluntários que foram imunizados com o produto da Pfizer.

Leia também: “O que falta para o Brasil acelerar a vacinação?”, reportagem publicada na Edição 50 da Revista Oeste

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