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Brasil

Venda de álcool 70% volta a ser proibida no Brasil

Produto voltou a ser comercializado durante a pandemia do covid-19, mas a proibição retornou por causa da alta inflamabilidade

O prazo de vigência expirou em dezembro do ano passado, mas foram liberados 120 para 'fins de esgotamento de estoque' | Foto: Divulgação/Portal Gov
O prazo de vigência expirou em dezembro do ano passado, mas foram liberados 120 para 'fins de esgotamento de estoque' | Foto: Divulgação/Portal Gov

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição das vendas do álcool líquido 70%. A comercialização foi proibida em supermercados e farmácias no território brasileiro. A medida começou a valer na terça-feira 30.

O motivo para a mudança é o registro do grande número de acidentes causados pela alta inflamabilidade.

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A proibição do álcool 70%

A liberação anterior da venda do produto, a partir da resolução RDC 766/2022, aconteceu em meio à pandemia de covid-19. Contudo, o prazo de vigência expirou em dezembro do ano passado, mas foram liberados 120 produtos para “fins de esgotamento de estoque”.

álcool 70% é proibido novamente
A comercialização foi proibida em supermercados e farmácias no território brasileiro | Foto: Reprodução

Conforme a Anvisa, o álcool é altamente inflamável e já havia sido proibido em 2002, em razão do grande número de acidentes registrados. A proibição pretende diminuir esse risco.

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Já o álcool em gel (de até 500g) e o álcool líquido 46% estão autorizados e vão seguir à venda.

Alternativas ao álcool 70% líquido para superfícies

Anteriormente, a Anvisa emitiu uma nota com alternativas ao uso do álcool 70%. A lista dos produtos recomendados para desinfecção de objetos e superfícies são:

  • Hipoclorito de sódio a 0,5%;
  • Alvejantes contendo hipoclorito (de sódio, de cálcio) a 2-3,9%;
  • Iodopovidona (1%);
  • Peróxido de hidrogênio 0,5%;
  • Ácido peracético 0,5%;
  • Quaternários de amônio como cloreto de benzalcônio 0,05%;
  • Compostos fenólicos; e
  • Desinfetantes de uso geral com ação contra vírus.

Para higienizar as mãos, recomenda-se lavar com água e sabão. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), com menos de 10 segundos de lavagem os germes ainda permanecem. Desta forma, ela deve levar de 20 a 30 segundos para obter a limpeza.

Em contrapartida, a decisão mantém o uso do álcool 70% por profissionais de saúde em ambientes hospitalares.

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Questionada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), a Anvisa esclareceu que “essas disposições já estavam previstas em normativa desde o ano de 2002, e os profissionais de saúde continuarão a ter acesso ao produto”.

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7 comentários
  1. Roberto Lopes Bezerra
    Roberto Lopes Bezerra

    É só olhar pela rua que verão o quanto estão preocupados com a segurança do cidadão brasileiro!

  2. LindomarV
    LindomarV

    Convertido em gasolina de álcool, recebe o preço par em dólar, em detrimento do uso social. Naquele caso, paga-se o preço de gasolina por esse …

  3. Thiago
    Thiago

    Oeste, por favor, vcs têm no mínimo que questionar quantos acidentes ocorreram por conta do álcool líquido. Principalmente, quantos acidentes foram registrados nesse período recente em que foi liberado. Vão proibir também as facas, a água sanitária, etc etc?

  4. Sandro Camilo
    Sandro Camilo

    Será que estão com tanto medo do povão se revoltarem ❓️❓️❓️🤔

  5. Christian
    Christian

    Decisão estúpida desas agências com funcionários que não tiram a B_unda da cadeira e tomam estas decisões.
    Alcool a 46 graus serve para o que ????

  6. Ricardo Contieri
    Ricardo Contieri

    RI-DÍ-CU-LO! Deveriam proibir de vender facas e tijolos já que matam muito mais do que esses “acidentes” com álcool… Que tempo de ignorância total vivemos!

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