O vereador Thiago Medina (PL), de Recife, representou contra o neurocirurgião Ricardo Jorge Vasconcelos Barbosa.
Medina acionou o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), na sexta-feira 12.
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O pano de fundo é o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. Isso porque, de acordo com a denúncia, Barbosa fez chacota com o caso.
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Segundo o documento entregue ao Cremepe, Barbosa reagiu a uma publicação sobre o crime com frases que, na avaliação do parlamentar, afrontam os princípios da Medicina e ferem o Código de Ética Médica.
Em tom irônico, o médico escreveu: “Um ‘salve’ a este companheiro de mira impecável. Coluna cervical”. Para Medina, o comentário “banaliza uma tragédia e macula a imagem da classe médica”.
Na denúncia, o vereador pede que o conselho abra uma sindicância, avance para um processo ético-profissional e, se confirmadas as infrações, aplique sanções severas, incluindo a cassação do registro. O texto também ressalta que o caso pode ter desdobramentos civis e criminais.
“Não é apenas um comentário infeliz”, disse Medina. “É um posicionamento público que despreza a dignidade humana e vai contra tudo o que se espera de quem jurou zelar pela vida.”
A morte de Charlie Kirk

O ativista conservador Charlie Kirk, um dos principais aliados políticos do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, morreu a quarta-feira, 10, aos 31 anos, depois de ser baleado durante um evento na Universidade Utah Valley. Nesta sexta-feira, 12, o suspeito do crime, Tyler Robinson, foi preso pelas autoridades
Kirk chegou a ser levado ao hospital, onde passou por cirurgia, mas não resistiu. Deixou a mulher, Erika, e duas filhas pequenas.
O ativista nasceu em 14 de outubro de 1993, em Prospect Heights, subúrbio de Chicago, Illinois. Filho de um arquiteto e de uma conselheira em clínica de saúde mental, começou cedo a se envolver com política. Em 2010, ainda no ensino médio, aproximou-se do movimento Tea Party. No ano seguinte, participou de manifestações locais e chegou a formar um grupo estudantil em sua escola para protestar contra o aumento de preços no refeitório.
Em 2012, escreveu um artigo para o site Breitbart em que criticava um viés de esquerda em livros escolares. O texto lhe rendeu convite para uma entrevista na Fox Business, sua primeira aparição televisiva.
Leia mais: “Amor ou ódio?”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 287 da Revista Oeste
No mesmo ano, fundou a Turning Point USA (TPUSA), organização voltada a jovens universitários com a proposta de defender livre mercado, Estado mínimo e valores conservadores. Kirk cogitava cursar a Universidade de Baylor, mas desistiu para se dedicar em tempo integral à política estudantil.
Durante o governo Trump, ele visitou a Casa Branca mais de cem vezes. Chegou a integrar grupos que discutiam nomeações para cargos importantes. Ele também acompanhou a família Trump em viagens internacionais e eventos de campanha.





































Esse ódio é natural da extrema esquerda.
Ódio contra :
Contra aborto .
Contra ideologia de gênero.
Contra a legalização das drogas.
Contra a censura.
Contra o nazismo .
Contra o comunismo.
Contra o fascismo.
Contra brancos .
Contra héteros .
Contra mulheres.
Extrema esquerda mata .
Medico monstro . Perverso . Aquele q fez o juramento pensando e falando absurdos sobre a humanidade . Vai pra Cuba . Lá vc será bem reconhecido , fazendo parte da escória …
Pois é, um médico, raro alienado a esse ponto fora da área de humanas. Mas existem, exceções existem!
Coitado dos pacientes desse “ser”!
Um médico dizer esta aberração ???
Quem vai quere se tratar com este neurocirrurgião ?
Quem diz uma calamidade dessas tem preço.
Quer dizer que se pagarmos ele pode matar o paciente ?
Como médico, me pergunto o que fez esse indivíduo com seu juramento de Hipócrates? Que ser abjeto desses exerce medicina? Ele pode ser tudo, menos um humanista, menos um homem da ciência. Torço veementemente por sua cassação.
Sou médico aposentado.
Exerci a neurologia e neurocirurgia por 45 anos.
Me causa imensa tristeza ver médicos jovens com manifestações enviesadas para um espectro político ( seja ele qual for ) entrando dessa maneira numa discussão da qual o profissional da saúde deveria se manter cautelosamente afastado.
O exercício da medicina deve ser encarado como um sacerdócio. Para tanto, devemos ter como princípio básico, a preservação da vida.
Se o indivíduo não consegue exercer a medicina com essas premissas, ele está na profissão errada, e com certeza trará prejuízo a muitos pacientes.
Basta dar uma olhada pra fuça do “neurocirurgião”.