O número de ataques e ameaças a CEOs e outros executivos tem crescido. Diante desse cenário, as empresas vêm ampliando drasticamente os gastos com segurança. De acordo com a Fortune, medidas agora incluem guarda-costas em viagens, motoristas armados, jatos privados e reforço na segurança residencial.
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Três episódios violentos em menos de um ano marcaram uma mudança significativa na proteção corporativa. Em dezembro de 2024, o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, foi assassinado em Nova York. Em julho deste ano, um tiroteio em Midtown Manhattan matou dois executivos e dois seguranças da Blackstone e Rudin Management. Dois meses depois, um atirador alvejou Charlie Kirk, palestrante político, durante um evento universitário em Utah.
Esses eventos levaram a uma revisão geral das estratégias de segurança nas empresas. Executivos de alto escalão agora recebem proteção pessoal, monitoramento cibernético e reforço na segurança de residências.
Executivos ganham proteção pessoal e cibernética reforçada
A pesquisa da Goldman Sachs Ayco citada pela Fortune revela que guardas armados acompanham executivos em viagens e motoristas armados são comuns nos deslocamentos diários. Viagens em jatos privados, antes restritas a CEOs de alto perfil, também se expandiram para equipes executivas, enquanto empresas como a Strategy aumentaram o orçamento anual de segurança do presidente-executivo Michael Saylor de US$ 1,4 milhão para US$ 2 milhões. A Chipotle informou que ofereceu segurança pessoal ao CEO Scott Boatwright em 2024 e 2025 “como medida de precaução” diante de ameaças crescentes, segundo seu relatório de acionistas.
A Salesforce manteve os benefícios de segurança do CEO Marc Benioff em US$ 4,6 milhões para 2025 e 2026, com valores acima desse limite cobertos pelo próprio executivo. A pesquisa da Goldman, que entrevistou 291 empresas públicas e privadas, revela que 27% dos CEOs agora contam com segurança pessoal — alta de 59% em dois anos.
O investimento em proteção cibernética também cresceu rapidamente, passando de 10% para mais de 30% entre CEOs desde 2021. Barber, chefe de remuneração e benefícios da Goldman Sachs Ayco, disse à Fortune que a mudança marca um afastamento das políticas de corte de custos de benefícios executivos aplicadas desde os anos 2000. “Segurança é uma questão óbvia.”
O setor de proteção privada sentiu o impacto. A Allied Universal reportou aumento de 30% na demanda por segurança integral 24 horas e crescimento de 300% nos serviços sob demanda quando executivos viajam, diz Glen Kucera, presidente de serviços de proteção avançada.
Tecnologia e desinformação ampliam ameaças
Empresas de tecnologia lideram em níveis de ameaça, com 66% que relatam aumento de riscos a executivos, segundo o relatório de Segurança Mundial da Allied. A desinformação e as campanhas on-line têm intensificado o perigo: 90% dos diretores de segurança dessas empresas afirmam ter sido alvo de campanhas digitais, e 63% dizem que isso contribuiu para a maioria das ameaças.
Matt Dumpert, diretor de risco da Kroll, disse à Fortune que a inteligência artificial ampliou a sofisticação dos ataques. “Ferramentas automatizadas agora permitem coletar informações sobre hábitos e rotinas de executivos com rapidez e precisão.”
Novas práticas incluem avaliações residenciais, veículos blindados, motoristas armados, cães treinados e proteção cibernética avançada. “Cada incidente reforça que a ameaça pode surgir em qualquer lugar”, afirma Kucera.
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Não, Dr. Barroso. Sua Excelência não é Juíz. Juíz é o Ministro Luis Fux (seu colega no STF). O Senhor, Dr. Barroso é advogado nomeado Ministro.
Se fosse Juiz, não cometeria os erros que cometeu. Boa sorte em sua banca..