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• O Banco Central solicitou explicações ao Banco Regional de Brasília (BRB) sobre a dependência de recursos do Tesouro do Distrito Federal para sua liquidez, com prazo até esta quarta-feira, 22;
• A medida ocorre em meio a dificuldades financeiras do BRB, que aguarda um empréstimo de R$ 6 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para evitar intervenção; e
• A situação se agravou depois do fim de negociações com a gestora Quadra, que previa antecipação de R$ 4 bilhões.
O Banco Central pediu explicações ao Banco Regional de Brasília (BRB) sobre o uso de recursos do Tesouro do Distrito Federal para sustentar a liquidez da instituição. O regulador deu prazo até esta quarta-feira, 22, à instituição para que informe qual parcela de seu capital de giro diário depende do caixa do governo distrital.
O pedido ocorreu em meio às dificuldades enfrentadas pelo BRB. A instituição aguarda a liberação de uma linha de crédito de pelo menos R$ 6 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), considerada essencial para evitar uma intervenção.
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Segundo o portal UOL, o Banco Central não explicou o motivo do questionamento. Ainda assim, a solicitação aumentou a preocupação entre dirigentes do BRB diante da possibilidade de uma medida mais dura por parte do regulador.
Tesouro do DF reforçou liquidez do BRB
A cobrança surgiu depois da divulgação de que recursos do Tesouro do Distrito Federal permanecem depositados no BRB para reforçar a liquidez do banco. A medida ganhou força com o encerramento das negociações entre a instituição e a gestora Quadra.
O acordo previa a antecipação de até R$ 4 bilhões ao BRB em troca da recuperação de ativos adquiridos do Master, liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado. Com o distrato, o banco público passou a negociar diretamente esses ativos enquanto espera a aprovação do empréstimo do FGC.
Segundo assessores da governadora Celina Leão (PP), o BRB passou a enfrentar dificuldades de caixa. Diante desse cenário, o governo distrital manteve recursos do Tesouro depositados na instituição para garantir o funcionamento das operações diárias.
O secretário de Economia do Distrito Federal, Valdivino de Oliveira, afirmou que esses recursos substituiriam a liquidez prevista no acordo.
Relatos de bastidores também revelam que a instituição adiou a divulgação do balanço financeiro porque o documento poderia evidenciar um quadro de iliquidez e abrir caminho para uma eventual liquidação.
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O Bacen esqueceu o Banco Master, estranho, né….