publicidade
Economia

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Frente Corretora

Autoridade monetária encerra atividades de instituição paulista por insolvência financeira e violações graves

Sede do Banco Central do Brasil em Brasília | Foto: Rodrigo Oliveira/Caixa Econômica Federal
Sede do Banco Central do Brasil em Brasília | Foto: Rodrigo Oliveira/Caixa Econômica Federal

O Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial da Frente Corretora de Câmbio S.A. nesta quinta-feira, 30. A sede da instituição fica em São Paulo. A autoridade monetária tomou a medida quando identificou o comprometimento da situação econômica da empresa e o desrespeito a normas regulamentares.

+ Leia mais notícias de Economia em Oeste

Receba nossas atualizações

A partir de hoje, os bens dos controladores e dos ex-administradores da corretora ficam indisponíveis por determinação legal. O BC agora conduz o processo para encerrar as atividades de forma organizada, visando a proteger os credores e preservar a estabilidade do sistema financeiro.

Infrações e crise financeira

A corretora cometeu violações consideradas graves às regras que disciplinam o mercado de câmbio no país. Além das irregularidades nas normas, a deterioração da saúde financeira da companhia impediu a continuidade de suas operações. O BC deve nomear um liquidante para levantar ativos e pagar as dívidas da instituição.

O órgão regulador informou que manterá a apuração de responsabilidades no caso. As investigações podem gerar punições administrativas e comunicações a outras autoridades competentes para possíveis ações criminais.

Baixa relevância no sistema

A Frente Corretora possuía participação limitada no Sistema Financeiro Nacional (SFN). Enquadrada no segmento S4, voltado para instituições de menor porte, a empresa ocupava a 78ª posição no ranking de câmbio do BC.

Dados de 2025 revelam que as operações da corretora representaram apenas 0,021% do volume financeiro total do mercado e 0,054% da quantidade de transações realizadas no período. Com a liquidação, a administração da empresa passa inteiramente para o liquidante indicado pelo governo.

Leia também: “Fundo Garantidor de Crédito revela perda de R$ 57 bi no caso Master”

Confira

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade