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Economia

Banco Genial comenta citação em megaoperação contra o PCC

A operação Carbono Oculto mira fraudes de grandes proporções no setor de combustíveis

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O banco afirmou que não há procedimentos investigativos contra ele, seja de forma direta ou indireta | Foto: Arquivo/Agência Brasil

Depois de ser citado em reportagens sobre a operação Carbono Oculto, o Banco Genial divulgou nota expressando surpresa e indignação.

A instituição destacou que tomou conhecimento do caso apenas por meio da imprensa nesta quinta-feira, 28, sem ter recebido qualquer comunicação oficial das autoridades até agora.

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A operação Carbono Oculto mira fraudes de grandes proporções no setor de combustíveis, com suspeitas envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC).

A investigação atinge mais de 40 empresas, várias sediadas na Avenida Faria Lima, centro financeiro em São Paulo.

O banco afirmou que não há procedimentos investigativos contra ele, seja de forma direta ou indireta.

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O banco reforçou práticas de governança e colaboração

Em nota ao jornal Poder360, o Banco Genial reforçou que conduz suas operações seguindo rigorosos padrões de governança, ética e conformidade, sempre de acordo com as normas e leis em vigor.

A instituição também disse estar disponível para colaborar com as investigações e prestar esclarecimentos necessários.

Por fim, o banco repudiou qualquer insinuação que possa prejudicar sua imagem ou de seus funcionários.

Leia a íntegra da nota do Banco Genial

O Banco Genial manifesta sua surpresa e indignação ao ver seu nome mencionado em notícias relacionadas à Operação Carbono Oculto, deflagrada na data de hoje.

A instituição tomou conhecimento do assunto unicamente pela imprensa e, até o presente momento, não recebeu qualquer notificação oficial sobre a existência de procedimentos investigativos que a envolvam, seja direta ou indiretamente.

O Banco Genial sempre conduziu suas atividades com base nos mais elevados padrões de governança corporativa, ética e compliance regulatório, em estrita observância à legislação e regulamentação aplicáveis.

Reiteramos que estamos inteiramente à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários.

Ao mesmo tempo, repudiamos de forma veemente qualquer ilação infundada que possa macular a reputação da instituição e seus colaboradores.

Leia também: “Os bárbaros”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 284 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. Robinson dos Santos Pereira
    Robinson dos Santos Pereira

    Essas investigações poderiam explicar os reais motivos da implantação da gasolina E30 e do diesel B15. A própria operação mostrou que o PCC passou da simples sonegação de impostos e lavagem de dinheiro nos postos para a importação de metanol e da aquisição de usinas de álcool. Será que a conexão não tá clara? Se for olhar direitinho tem usinas de óleo de soja na história. Isso explicaria a “crise” na ANP que ficou sem fiscalizar os combustíveis.

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