BNDES prevê aporte de R$ 3 bilhões com concessão de estatal do Amapá

A instituição financeira já publicou o edital do certame
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Leilão ocorrerá na B3, em São Paulo
Leilão ocorrerá na B3, em São Paulo | Foto: Paulo Vitor/ Estadão Conteúdo

A transferência da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) para as mãos da iniciativa privada deve gerar R$ 3 bilhões em investimentos. É o que espera o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na segunda-feira 17, o órgão financeiro publicou o edital que trata da concessão da estatal pelo período de 30 anos. O certame ocorrerá em 18 de junho, na Bolsa de Valores do Brasil, a B3, sediada na cidade de São Paulo. Hoje, a CEA atende a cerca de 830 mil habitantes e já despertou o interesse de empresários.

Quem vencer o processo, vai ter de fazer um aporte de capital de R$ 400 milhões e assumir passivos precificados da ordem de R$ 1,1 bilhão. Além disso, R$ 500 milhões — do total de R$ 3 bilhões — precisarão ser injetados nos cinco primeiros anos de concessão. “A efetivação do negócio estancará o dispêndio de recursos públicos na companhia, alavancará investimentos no Amapá e gerará perspectiva de melhora substancial na prestação desse serviço essencial”, informou o diretor de Privatizações do BNDES, Leonardo Cabral, em nota.

Leia também: “Insegurança jurídica, a outra pandemia”, artigo de Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 60 da Revista Oeste

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4 comentários Ver comentários

  1. Sou Amapaense e moro em Macapá. Fico na torcida para que melhores a distribuição da energia elétrica bem como a iluminação pública. Não aceito é ter o Estado do Amapá produtor de energia elétrica, com três hidrelétrica no rio Araguari e uma no rio Jari, sofrendo apagão, tarifa mais cara do Brasil. Depois do apagão minha fatura que antes era 700 reais saltou para 900, 1300,00 e 2790,00. Tem quem aguente?

  2. morei no amapá e por lá tem mais gato que em desfile de moda… fora os penduricalhos que a mando do prefeito e governador pra CEA nao efetuar os cortes nos locais que ocorrem as malandragens, menos estado significa mais mercado, acabando com os currais eleitorais em 3… 2… 1…

    1. Estás correto na sua afirmativa. As invasões das área de ressaca desfrutam da energia sem custo nenhum e pior, os cortadores de energia tem medo de entrar em área de ponte. Quem está regularmente registrada na CEA paga pelo desvio da energia.

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