publicidade
Economia

Bolsas da Europa têm pior dia desde junho com ameaças de ‘lockdown'

França entrará em isolamento a partir de meia-noite, enquanto o primeiro-ministro britânico é pressionado para tomar medida no país.

mercado financeiro, europa, lockdown, frança, reino unido, boris johnson, estados unidos, democratas, joe biden, eleições americanas 2020, risco, dólar, petróleo, reformas, agências de risco, congresso, copom, selic, inflação
França volta ao lockdown à meia-noite | Foto: Roberta Ramos/Revista Oeste

França entrará em isolamento a partir da meia-noite, enquanto o primeiro-ministro da Inglaterra é pressionado a tomar medida no país

mercado financeiro, europa, lockdown, frança, reino unido, boris johnson, estados unidos, democratas, joe biden, eleições americanas 2020, risco, dólar, petróleo, reformas, agências de risco, congresso, copom, selic, inflação
França volta ao lockdown à meia-noite | Foto: Roberta Ramos/Revista Oeste

A subida vertiginosa do número de infectados pelo coronavírus na Europa faz com que alguns países já voltem a ameaçar a retomada dos lockdowns, isolamentos totais da população em casa. A França, por exemplo, já adotará a medida a partir da meia-noite e o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, está sendo pressionado a também adotar a medida.

Receba nossas atualizações

Contudo, as restrições extremas podem impor uma parada brusca ao retorno econômico na Europa. E isso faz com que as bolsas europeias tenham nesta quarta-feira, 28, seu pior dia desde junho, com quedas em alguns momentos de até 3%.

Nos Estados Unidos, onde uma segunda onda da covid-19 também começa a se avizinhar, a preocupação é com uma possível vitória nas eleições do democrata Joe Biden. O democrata avisou que deve usar o lockdown na tentativa de conter o vírus, mesmo que a medida não tenha se mostrado a melhor alternativa para deter a disseminação da doença. Lá, as bolsas também caem, ainda que menos.

Com a aversão ao risco e a corrida dos investidores por segurança, o dólar sobe e o petróleo despenca quase 4%, já que, com isolamentos, ninguém deve usar meios de transporte movidos a combustíveis fósseis.

No Brasil, o atraso das reformas no Congresso traz preocupação quanto a um possível rebaixamento do país pelas agências de risco, o que pode fazer com que os investidores retirem recursos aqui aplicados.

Hoje também é finalizada a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Que a taxa básica de juros deve ser mantida em 2%, todos já sabem. A dúvida recai sobre a questão da cautela que pode ser solicitada pelo comitê a respeito da inflação. Afinal, o último boletim Focus, do próprio BC, aponta uma estimativa de aumento da inflação para o próximo ano, de 2,65% para 2,99%.

1 comentário
  1. Agn
    Agn

    O mundo inteiro sob ataque comunista, sempre falimentar, contracultural e genocida.

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.