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Confiança da indústria sobe a maior índice em nove anos

Dados da FGV apontam que índice teve alta de 4,5 pontos de setembro para outubro.
Confiança da indústria é a maior desde 2011 | Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Flickr
Confiança da indústria é a maior desde 2011 | Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Flickr | confiança da indústria, fgv, retomada econômica

Dados da FGV registram que índice teve alta de 4,5 pontos de setembro para outubro

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Confiança da indústria é a maior desde 2011 | Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Flickr

O Índice de Confiança da Indústria, da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 4,5 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano. Com isso, o indicador, que mede a confiança do empresário da indústria brasileira, chegou a 111,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior nível desde abril de 2011 (111,6 pontos).

Dezesseis dos 19 segmentos industriais mostraram aumento da confiança. O Índice de Situação Atual, que mede a percepção do empresariado em relação ao presente, teve elevação de 6,4 pontos, para 113,7 pontos, o maior valor desde novembro de 2010 (13,8 pontos).

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, também aumentou 2,7 pontos, para 108,6 pontos, o maior patamar desde maio de 2011 (110,0 pontos).

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) subiu 1,6 ponto porcentual, de 78,2% para 79,8%, o maior valor desde novembro de 2014 (70,3%).

“A sondagem de outubro mostra que o setor industrial está mais satisfeito com a situação atual e otimista quanto a esse resultado manter-se nos próximos três meses. Chamam atenção, contudo, o retorno do Nuci a um nível próximo da média anterior à pandemia e o porcentual de empresas indicando estoques insuficientes, o maior valor desde o início da série. Entre as categorias de uso, os bens intermediários merecem destaque por alcançar o maior nível de confiança do setor, influenciado principalmente pela melhora dos indicadores de situação atual”, destaca a pesquisadora da FGV Renata de Mello Franco.

De acordo com ela, porém, há uma lentidão na recuperação do indicador de tendência dos negócios, o que demonstra certa preocupação dos empresários sobre a sustentação desse nível de otimismo por um período maior devido ao fim dos programas de auxílio emergenciais.

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