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Coronavírus: BNDES lança linha de crédito para aumentar 3 mil leitos de UTI

Suporte financeiro a empresas ligadas à saúde chega a R$ 2 bilhões; presidente do banco também detalhou repasse de R$ 40 bilhões destinados a folhas de pagamento
Mohsen Atayi/Fars News Agency
Mohsen Atayi/Fars News Agency | Um leito de UTI com duas camas

Suporte financeiro a empresas ligadas à saúde chega a R$ 2 bilhões; presidente do banco também detalhou repasse de R$ 40 bilhões destinados a folhas de pagamento

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou neste domingo, 29, um pacote de medidas que prevê investimentos de até R$ 2 bilhões para a aquisição de equipamentos que vão auxiliar no combate aos efeitos da pandemia do coronavírus no País.

MAISCrédito para folhas de pagamento das empresas é ação contra coronavírus

De acordo com o banco, com essa linha de crédito específica para empresas ligadas à saúde, o Brasil terá um aumento de 3 mil leitos de UTI (acréscimo de 10% na atual capacidade instalada) e um acréscimo de 15 mil respiradores pulmonares. Além disso, será possível a aquisição de 88 milhões de máscaras cirúrgicas. “O recurso é exatamente para empresas que comprem, produzem ou transporte equipamentos na crise do coronavírus”, ressaltou o presidente do banco, Gustavo Montezano.

Montezano também detalhou neste domingo, 29, como funcionará o programa de crédito para financiamento da folha de pagamento anunciado na sexta-feira da semana passada. O BNDES pretende investir R$ 40 bilhões no projeto. Ele será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões e que não sofreram restrição de crédito nos últimos 6 meses.

Esse financiamento será 80% custeado pelo governo federal e 15% pelos bancos privados, com taxa de juros de 3,75% ao ano. Em contrapartida, as empresas não poderão demitir seus funcionários durante dois meses. “Não tem qualquer spread (bancário) nessa operação. Ninguém está cobrando nada. O objetivo da União e do setor privado bancário é ajudar a essas empresas a superar a crise”, finalizou o presidente do BNDES.

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