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Desemprego no Brasil se mantém em 11% em fevereiro

Segundo o IBGE, a porcentagem representa 12 milhões de brasileiros
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Números do IBGE apresentam estabilidade em relação ao período anterior analisado
Números do IBGE apresentam estabilidade em relação ao período anterior analisado | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11% no trimestre encerrado em fevereiro, divulgou nesta quinta-feira, 31, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, o índice se mantém no mesmo patamar do último retrato divulgado, com conclusão em janeiro.

De acordo com o levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua, 12 milhões de brasileiros enfrentam a falta de emprego atualmente.

Segundo o IBGE, o número de desempregados recuou 3% em relação ao trimestre anterior (setembro a novembro de 2021) e 19% na comparação ao mesmo período do ano passado, com recorte ao final de fevereiro de 2021.

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Apesar da estabilidade sobre o desemprego no Brasil, o rendimento médio real foi estimado em R$ 2.511, nos mesmos níveis do trimestre anterior, mas no menor patamar já registrado em um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.

Outros pontos da pesquisa

  • O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado foi de 34,5 milhões de pessoas, subindo 1% frente ao trimestre anterior e 9,5% na comparação anual.
  • O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (12 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e teve alta 18,5% (quase 2 milhões de pessoas) no ano.
  • O contingente de trabalhadores domésticos (5,5 milhões de pessoas) apresentou estabilidade na comparação com o trimestre anterior e subiu 20% (mais 975 mil pessoas) no ano.
  • O número de empregadores (4 milhões de pessoas) subiu 5% (cerca de 200 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 7,5% (285 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2021.
  • Já o número de empregados no setor público (pouco mais de 11 milhões de pessoas) apresentou estabilidade nas duas comparações.
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3 comentários Ver comentários

  1. O desemprego no setor privado é diretamente proporcional ao emprego no setor público! É só aumentar o número de empregados no setor público que cai no setor privado juntamente com a crise provocada pelo aumento de gastos públicos.

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