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Economia

Empresário brasileiro registra marcas antigas e quer relançar produtos

O advogado Alex Cavaleiro obteve direitos de marcas dos anos 1980 e busca investidores para novos negócios

marcas antigas
O chiclete Ping Pong e Ploc, marca comprada pelo empresário | Foto: Reprodução/ X

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O advogado e empresário Alex Cavaleiro identificou uma oportunidade de negócio ao adquirir marcas famosas dos anos 1980, como os chicletes Ping Pong e Ploc, cujos registros haviam expirado. Ele comprou os direitos junto ao INPI, após a Mondelez, que detinha os registros, deixá-los inativos por mais de cinco anos. A Mondelez recorreu da decisão, e o processo ainda está em andamento.

O advogado e empresário Alex Cavaleiro identificou uma oportunidade de negócio em marcas famosas dos anos 1980. Durante pesquisas sobre produtos de sua juventude, ele percebeu que alguns registros haviam expirado. “É um senso de oportunidade, de tentar construir alguma coisa a partir disso”, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo.

Uma das marcas foi a dos chicletes Ping Pong e Ploc. Ele comprou os direitos no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). A Mondelez é quem detinha os registros anteriormente, mas deixou as marcas inativas por mais de cinco anos. A legislação brasileira exige a renovação periódica desses registros.

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No entanto, a Mondelez recorreu da decisão do Inpi, e o processo continua em tramitação. Enquanto aguarda o resultado, o empresário negocia com investidores para relançar os chicletes.

Outras marcas antigas dos anos 1980

O empresário não diz quantas marcas conseguiu comprar. Ele também detém a de fliperamas Taito e a de chocolates Mash. Cavaleiro possui outros registros em andamento no Inpi, mas mantém os nomes em sigilo.

O advogado e empresário Alex Cavaleiro
O advogado e empresário Alex Cavaleiro | Foto: Reprodução/ Instagram

Cavaleiro também expandiu os negócios para o mercado de licenciamento no futebol. Ele descartou os grandes clubes por causa da complexidade burocrática e fechou acordo com uma torcida organizada do Corinthians. O projeto prevê o lançamento do chiclete Fiel Macabra.

Ainda em entrevista à Folha, o empresário disse que aprendeu a base jurídica para pedir a caducidade de marcas em Portugal, onde trabalhou como consultor. A atividade consistia na verificação de registros e no acompanhamento das publicações semanais do órgão oficial.

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