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Economia

Impostômetro se aproxima dos R$ 2 trilhões

Cifra equivale ao preço de 26,6 milhões de unidades do carro Jeep Renegade 1.8

Impostos Governo Dinheiro
Dados sobre os impostos são da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), por meio do painel Impostômetro | Foto: Revista Oeste/Montagem

Os impostos recolhidos pelo governo federal se aproximam da marca de R$ 2 trilhões. As informações foram colhidas do Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na última sexta-feira, 20.

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A associação considera diversos impostos federais para calcular o volume arrecadado pelo Estado. Veja a lista:

  1. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide);
  2. Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
  3. Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF);
  4. Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  5. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);
  6. Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf);
  7. Imposto de Exportação (IE);
  8. Imposto de Importação (II);
  9. Imposto sobre Operações Financeiras (IOF);
  10. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  11. Imposto de Renda (IR);
  12. Imposto Territorial Rural (ITR);
  13. Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep);
  14. Previdência;
  15. Taxas; e
  16. Outros.

Em 2024, o cidadão precisou trabalhar, em média, 150 dias para quitar todos os impostos com o governo. O período equivale a mais de 40% de um ano. São Paulo é a unidade federativa que mais contribui para os cofres públicos, com 37,3% do total. Na sequência, aparecem Rio de Janeiro (13,7%) e Minas Gerais (7%).

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O dinheiro arrecadado pelo governo pagaria dez salários mínimos por mês durante 16,5 milhões de anos. A cifra também renderia R$ 10,8 bilhões por mês. O montante possibilitaria a compra de 26,6 milhões de unidades do carro Jeep Renegade 1.8.

Saiba como funciona a contagem de impostos recolhidos pelo governo federal

A base de dados utilizada pela ACSP é da Receita Federal do Brasil, da Secretaria do Tesouro Nacional, da Caixa Econômica Federal, do Tribunal de Contas da União e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

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2 comentários
  1. RENATO
    RENATO

    Recebi de uma amigo servidor a seguinte NOTA DE ESCLARECIMENTO:
    NOTA DE ESCLARECIMENTO
    (PARA AQUELES QUE DESCONHECEM OS FATOS)
    EU FUI DESCONTADO EM 11% mensais dos meus vencimentos para, ao passar para a reserva remunerada, ter a integralidade do meu salário.
    Após aposentadoria, CONTINUO PAGANDO, agora 14% dos meus vencimentos para ajudar na aposentadoria da próxima geração. E também pago 27,5% de Imposto de Renda, já descontado na fonte. Não tenho FGTS, e sim, acreditem, já fiz muita hora extra sem nada receber (ou seja, trabalhei de graça para toda a sociedade).
    Servidor Público CONCURSADO NÃO RECEBE SALÁRIO INDEVIDAMENTE!
    Se o Governo está em crise, a culpa não é minha. E lembrando: Sou Servidor Público Concursado!
    Nenhum político me deu esta vaga, não teve conchavo e nem trapaça! Estudei para poder concorrer a esta vaga e me esforcei para ser aprovado no CONCURSO PÚBLICO que prestei e durante toda a minha carreira atendi todos os requisitos para galgar as promoções que me foram disponibilizadas.
    Recebo por aquilo que trabalhei e, muitaaaaaas vezes, trabalhei bem mais do que recebo. Trabalhei pela melhor gestão dos recursos públicos sempre, e sempre com o máximo de eficiência, eficácia, ética e moral. Meu salário é fruto de dedicação, suor, abnegação e de muito investimento em estudos.
    Apesar de existir uma minoria privilegiada (deputados, governadores, vereadores, prefeitos, senadores, assessores e muitos comissionados, etc), como em qualquer área, é injusto ver campanha na mídia desmoralizando o servidor público. Não são os salários dos SERVIDORES PÚBLICOS – que tem Imposto de Renda descontado na Fonte -, que quebram a Previdência, nem é o servidor público que quebra as finanças do Estado.
    A quebra da previdência e das finanças públicas é resultado de RENÚNCIAS FISCAIS, NÃO COBRANÇA DOS GRANDES DEVEDORES, muita corrupção, muitos assessores e penduricalhos dos cargos eletivos, USO DOS RECURSOS COM DESVIO DA FINALIDADE e de má administração e ainda falta de gestão dos recursos públicos há décadas!
    (Colegas servidores: copiem, editem; mostremos a verdade) “Afinal existe muita gente opinando sem conhecer os fatos!”
    Obs.: Lembrando que servidores do judiciário que já recebem em torno de três vezes os salários do executivo, foram recentemente presenteados com mais um penduricalho por cursos realizados.
    INJUSTIÇA! PRIVILÉGIOS PARA SERVIDORES DO JUDICIÁRIO! DISCRIMAÇÃO! ONDE FICA A ISONOMIA E IGUALDADE PROPALADA?

  2. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    CACETE!!!… Assustadora essa lista de impostos aqui no Bostil.

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