Medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Indústria cresceu 3,4 pontos na passagem de maio para junho de 2021. Foi a segunda alta consecutiva do indicador, que, com 107,6 pontos, está em seu maior patamar desde fevereiro deste ano (107,9 pontos).
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Os índices de Situação Atual e de Expectativas subiram, respectivamente, para 111,3 pontos (crescimento de 1,8 ponto) e 104 pontos (acréscimo de 5 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade Instalada aumentou 1,6 ponto porcentual, para 79,4%, o maior valor desde janeiro (79,9%).
“A recuperação das economias externas e o avanço do processo de vacinação no país contribuem para o aumento do otimismo das empresas”, afirma Claudia Perdigão, economista da FGV. “Apesar disso, é preciso cautela, considerando que o setor ainda enfrenta dificuldades com escassez de insumos e aumento dos custos, que incluem a mudança de bandeira para a energia elétrica, podendo ser fatores limitadores para uma recuperação mais robusta no segundo semestre.”
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