Lucro da Pfizer cresce seis vezes com venda de vacinas

O valor superou US$ 8 bilhões no terceiro trimestre, impulsionado pela comercialização dos imunizantes contra a covid-19
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A companhia teve receitas de US$ 24 bilhões entre julho e setembro, alta de 134% na comparação com o mesmo período de 2020
A companhia teve receitas de US$ 24 bilhões entre julho e setembro, alta de 134% na comparação com o mesmo período de 2020 | Foto: Divulgação/Flickr

A farmacêutica americana Pfizer registrou um lucro líquido de US$ 8,1 bilhões no terceiro trimestre deste ano, sustentado, principalmente, pelas vendas da vacina contra a covid-19. O valor é quase seis vezes maior que o registrado um ano antes.

A companhia teve receitas de US$ 24 bilhões entre julho e setembro, alta de 134% na comparação com o mesmo período de 2020. Os números vieram bem acima das estimativas do mercado.

As receitas com a venda da vacina Comirnaty, nome de fábrica do imunizante contra a covid-19, somaram US$ 13 bilhões em vendas no terceiro trimestre, sendo US$ 11 bilhões no exterior e mais de US$ 1,5 bilhão nos Estados Unidos.

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Com o forte desempenho das vendas do imunizante no trimestre, a Pfizer elevou suas estimativas para a vacina. A farmacêutica espera distribuir 2,3 bilhões de doses até o fim de 2021, registrando US$ 36 bilhões em vendas, com os novos contratos de distribuição assinados nos últimos meses do ano.

“Estamos felizes com a nossa perfomance financeira no terceiro trimestre, mas mais do que esses números, estamos orgulhosos do impacto que esses números representam na contribuição positiva que estamos tendo na pandemia”, disse Albert Bourla, diretor-presidente da Pfizer, em nota.

Com isso a Pfizer elevou a projeção de receita total para este ano para US$ 82 bilhões.

Segundo a companhia, os gastos com pesquisa devem girar em torno de US$ 11 bilhões, com investimentos na nova geração de vacina contra covid-19.

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4 comentários Ver comentários

  1. Empaturraram de $$$ suas desde sempre morbidamente obesas burras, os laboratórios fabricantes de drogas e o PCChinês, autor e disseminador planetário da peste chinesa. Cumpre-se,portanto, mais uma etapa da revolução comunista formulada por Karl Marx, o mais satãnico rebento de satanás. Vade retro !

  2. E agora querem vender também para aplicar em crianças maiores de 5 anos. A ANVISA não pode aguardar ou consultar os concorrentes especialmente a ASTRAZENECA/FIOCRUZ se não estão fazendo testes em crianças para ter a competição de vacinas eficazes, muito mais baratas e que assumam responsabilidades na ocorrência de eventos adversos?. Afinal, a “CIÊNCIA” tem informado que nessa faixa etária não há riscos graves. Para que satisfazer o desejo comercial de laboratório que não se responsabiliza? Essa vacina virou a queridinha do pais, mas pergunto, com as restrições que tem de armazenamento e logística em baixa refrigeração, ela conseguira ser aplicada em crianças do norte/nordeste em locais sem saneamento básico?

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