Mais um banco digital chega ao país

A grande tacada do Revolut será oferecer o primeiro aplicativo global, o que vai possibilitar ao usuário fazer viagens internacionais sem o oneroso IOF do país
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O executivo Glauber Mota, escolhido para ser o CEO da operação brasileira do Revolut, saiu impressionado com a empolgação do russo Nik Storonsky (patrimônio: US$ 7 bilhões) e do ucraniano Vlad Yatsenko (patrimônio: US$ 1 bilhão). Storonsky e Yatsenko fundaram o Revolut, hoje considerado o banco digital mais valioso do mundo, com um valor de mercado de US$ 33 bilhões.

Em recente conversa presencial, a dupla apontou dois motivos para o banco europeu desembarcar no Brasil: a receptividade do brasileiro com os bancos digitais e a soma de mão de obra talentosa em várias áreas.

Com 3 mil funcionários e sede em Londres, o Revolut já tem brasileiros no staff. “Eles estão apostando muito no pool de talentos que o Brasil tem”, diz Mota. “O brasileiro tem se destacado muito e é capturado por empresas de fora. O país exporta talentos. Precisamos agora dar oportunidades para os talentos daqui, para que eles tenham as mesmas condições que as empresas gringas oferecem, mas para trabalhar no Brasil e para o brasileiro.”

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A tática do novo banco digital

A grande tacada do Revolut será oferecer o primeiro aplicativo global, o que vai possibilitar ao usuário fazer viagens internacionais sem o oneroso IOF do país, que cobra 6,38% de compras feitas no exterior.

O cliente que vai para os Estados Unidos ou Europa pode mandar automaticamente dinheiro em dólar para wallets de mesma titularidade e tendo uma cobrança de 1,1% de imposto, com acesso direto a mais de 28 moedas automaticamente.

Esse é o primeiro passo a ser lançado de preferência antes da Copa do Mundo do Catar.

Habemus vagas

A necessidade atual da operação brasileira é preencher 50 vagas de trabalho imediatas. Mas, de acordo com Glauber Mota, a ambição é ter muito mais profissionais do que esse número.

Como todo líder de uma empresa tecnológica, a preferência é por candidatos da área. “Sem dúvida, é o setor com mais demanda, mas com mais competição no mercado”, diz Mota. Profissionais ligados à controladoria — como compliance, prevenção, gestão de riscos e lavagem de dinheiro — também serão requisitados.

Leia a coluna completa na edição 111 da Revista Oeste

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