publicidade
Economia

Determinação do Banco Central pode levar Nubank a mudar de nome

A decisão proíbe o uso das palavras 'banco' e 'bank' por empresas que não possuam autorização formal para operar como bancos

Sede do Banco Central, que decretou a liquidação do Master nesta terça-feira, 18 | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O Banco Central informou que a resolução tem o objetivo de evitar que fintechs utilizem termos que possam induzir o público ao erro sobre seu tipo de atividade | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A mais recente determinação do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN) altera as regras para nomes de empresas financeiras, impactando diretamente instituições como o Nubank.

A decisão, divulgada na sexta-feira 28, proíbe o uso das palavras “banco” e “bank” por empresas que não possuam autorização formal para operar como bancos.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Economia em Oeste

Dessa forma, o Nubank, que atua como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores, mas não tem licença bancária, está entre as empresas que devem reavaliar sua identidade.

A medida entrou em vigor já no dia de sua publicação, depois de um período de consulta pública iniciado em fevereiro.

Reação do Nubank à nova regulamentação

Em nota, a companhia afirmou que estuda as novas regras impostas pelo BC.

“Reforçamos nosso compromisso histórico e inegociável de seguir rigorosamente toda a legislação e regulamentação vigente no país, respeitando os prazos e as determinações da autoridade monetária”, informa o documento.

Leia também: “Galípolo, o falcão?”, coluna de Carlo Cauti publicada na Edição 298 da Revista Oeste

O Nubank também destacou que a norma se limita à nomenclatura e não interfere nos serviços oferecidos.

“Nossas operações e a oferta de nossos produtos e serviços seguem normalmente, sem nenhum impacto para os clientes”, afirmou a empresa em outro trecho da nota.

Objetivos das novas regras do BC

O BC informou que a resolução tem o objetivo de evitar que fintechs utilizem termos que possam induzir o público ao erro sobre seu tipo de atividade.

Entre 15 e 20 empresas devem ser afetadas por essa nova exigência regulatória.

As novas diretrizes abrangem nome empresarial, nome fantasia, marca e domínio de internet, além de qualquer meio de comunicação utilizado para se apresentar ao público.

Segundo o BC, as instituições não poderão utilizar termos, em português ou em outra língua, que sugiram uma atividade ou modalidade para a qual não tenham autorização específica de funcionamento.

Leia mais:

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade