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Economia

O que Lupo, Vale e JBS têm em comum?

Uma semelhança nos negócios envolvendo as três marcas é destaque em reportagem da Edição 282 da Revista Oeste

fábrica da lupo em araraquara
Fábrica da Lupo em Araraquara (SP). Empresa, assim como tantas outras companhias brasileiras, vai instalar uma fábrica no Paraguai | Foto: Divulgação/Lupo

Marcas originalmente brasileiras, Lupo, Vale e JBS apresentam um ponto em comum no mundo dos negócios. As três têm — ou anunciaram que terão — bases industriais no Paraguai.

Frigorífico da holding J&F, a JBS também mantém estrutura no país vizinho, assim como a mineradora Vale.

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No mercado de produção de meias e outras peças íntimas desde o início da década de 1920, a Lupo avisou que se juntará ao time que já conta com JBS e Vale. Em janeiro, a empresa anunciou que construirá a sua mais nova fábrica em Ciudad del Este.

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A expectativa é a de que a fábrica paraguaia da Lupo entre em operação no segundo semestre do ano que vem. As estimativas para o investimento giram em torno de R$ 30 milhões.

Por que o Paraguai atraiu Lupo, Vale e JBS?

JBS
Fazem parte do portfólio da JBS, no Brasil e no exterior, as empresas Swift, Friboi, Seara, Maturatta, Plumrose, Pilgrim’s Pride, Just Bare, Gold’nPlump, Gold Kist Farms, Pierce, 1855, Primo e Beehive | Foto: Divulgação/JBS

Lupo, Riachuelo, JBS e Vale não são as únicas empresas brasileiras que passaram a investir no Paraguai. Muito pelo contrário. Atualmente, mais de 200 estão na mesma condição.

Mas por qual razão companhias estão montando fábricas no Paraguai, em vez de ampliar a base industrial no Brasil? A resposta está no sistema tributário do país vizinho, que o tornou um “amigo das empresas”.

“O Paraguai conta com uma legislação que o torna amigo das empresas, sobretudo das que atuam com exportações”, informa reportagem publicada na Edição 282 da Revista Oeste. “Desde 1997, o país conta com o Regime de Maquila, que determina imposto único às corporações estrangeiras que exportam — seja qual for o produto ou serviço — a partir da produção de suas instalações em solo paraguaio. A taxa é de apenas 1% sobre o valor da nota fiscal.”

As informações completas sobre como funciona esse regime paraguaio e de qual forma o Brasil pode aprender com isso estão disponíveis na matéria Adiós, Brasil“. A íntegra do texto está disponível somente à base de mais de 100 mil assinantes da Revista Oeste.

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1 comentário
  1. ECM
    ECM

    Então, isso é bom para quem? Sob meu ponto de vista, nem para o povo que perde oportunidades de emprego, nem para os bancos que perdem movimentação financeira e nem para o governo que deixa de arrecadar. Então, para quem é bom? Mexam-se, porque isso é só o começo.

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