A revelação mais recente do Masterchef de Daniel Vorcaro é que influenciadores foram contratados para lançar suspeitas sobre a atuação do Banco Central na liquidação do Master.
A um influenciador com mais de 1 milhão de seguidores, foram oferecidos R$ 2 milhões por 24 postagens ao longo de três meses. A outro, com menos de 500 mil seguidores, a quantia proposta foi de R$ 250 mil por período e quantidade de trabalho (sujo) idênticos.
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O protagonista do Masterchef minou mesmo o campo da comunicação social. Contaram-me que Vorcaro adotou o expediente de reclamar de jornalistas incômodos. Reclamar veementemente, digamos assim. Não levou nenhuma cabeça até agora: o jornalismo respira, apesar das evidências em contrário.
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A julgar pelas tentativas de embaralhar a apuração das fraudes cometidas pelo Banco Master, creio que o banqueiro deveria estar em prisão preventiva.
Explico: o seu caso parece se enquadrar naquele artigo do Código de Processo Penal segundo o qual a prisão preventiva se torna necessária quando o estado de liberdade do acusado representa um perigo para a instrução criminal.
“Vorcaro conta com costas quentíssimas e larguíssimas”
Há de se convir que por menos, bem menos, insignificâncias até, muita gente foi presa nos últimos três anos, acusada de interferência em processos nos quais era ré.
A questão é que, como você já deve ter se dado conta, Vorcaro conta com costas quentíssimas e larguíssimas, visto que ele sempre foi exemplar na arte de fazer amigos brasilienses.
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Há quem aposte que o banqueiro dispõe de outra qualidade protetiva: dossiês sobre os amigos que conquistou. Seria, assim, mais um homem-bomba para a coleção nacional.
Sou de opinião que nem precisaria de dossiê nenhum, porque há fatos e evidências suficientes para começar a explodir potestades. A minha opinião não vale nada. Só valeria se eu fosse influenciador.
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