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Economia

'Petrobras não pode ter lucros exorbitantes', diz ministro de Minas e Energia

Alexandre Silveira disse que o governo é o controlador da estatal e decide o tema da distribuição de dividendos extraordinários

O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, declarou nesta segunda-feira, 1º, que não é possível admitir que a Petrobras tenha “lucros exorbitantes”.

Em entrevista à GloboNews, Silveira declarou que a Petrobras deve ter um papel social na geração de empregos para a população.

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“Não podemos admitir que a Petrobras tenha um único e exclusivo objetivo de ter lucros exorbitantes para poder distribuir os seus acionistas”, disse o ministro de Minas e Energia. “Queremos que tenha muito lucro. Queremos que seja altamente competitiva. Queremos, não. Vamos trabalhar para isso. Até porque, quanto maior, mais competitiva for, mais recursos temos para aplicar para gerar emprego, gerar renda, gerar crescimento.”

Ministro nega interferência do governo na Petrobras

Silveira voltou a negar que o governo interferiu no comando da Petrobras, mas disse que cabe ao Executivo fiscalizar as suas decisões.

“Agora, o que não podemos é deixar de fiscalizar, por exemplo, o que a diretoria da Petrobras está fazendo do ponto de vista do cumprimento do seu plano de investimento aprovado pelo conselho de administração”, disse Silveira.

Saiba mais: “TCU identifica possíveis fraudes em acordo entre Petrobras e empresa de fertilizantes”

O Ministério Público e o Tribunal de Contas da União (TCU) apresentaram uma representação em março, para apurar uma possível interferência indevida do governo Lula na Petrobras, depois da decisão de não distribuir dividendos.

No pedido, o MP afirmou que decisões tomadas pela empresa podem ter sido afetadas por interesses da administração federal, como a opção por não pagar dividendos extraordinários aos acionistas.

Segundo os procuradores, decisões tomadas pela Petrobras poderiam ter afetadas por interesses da administração federal e não por lógicas de mercado na gestão.

Leia também: “A Petrobras virou woke, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 209 da Revista Oeste

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10 comentários
  1. julio bento da silva bento
    julio bento da silva bento

    VAGABUNDO! Quer o dinheiro junto com o 9 dedos ladroníssimo e sua trupe! Aliás, cadê a cafetina- mor, a mediana e o cafetininho de Nova Iguaçu?

  2. Alexandre
    Alexandre

    Aproveite o que te resta nesse desgoverno, xará, pois aqui em MG sua carreira política bau, bau!!! Igual a daquele do Congresso.

  3. Christian
    Christian

    Que o governo resolva distribuit os SEUS divendos para o social, que faça isto com os 35% das suas próprias ações.
    O que ele não pode é decidir sobre os 65% de acionista minoritários.

  4. Perecles Antônio Gonçalves Pacheco
    Perecles Antônio Gonçalves Pacheco

    Os investidores precisam parar de investir nisso. É fria comprar ações de Petrobrás.

  5. Hermes
    Hermes

    Quanta burrice! O cara é patético. Não entende nada de administração nem de economia. Toda empresa busca o melhor lucro possível, agora, se a Petrobrás está extrapolando é porque as receitas estão muito altas,ou seja sua política de preços está errada.

  6. Mario Hugo Ladeira Filho
    Mario Hugo Ladeira Filho

    Woke SA.
    Aí os investidores fogem.
    Ninguém é bacurau.
    Como o governo não investe, vira uma Venezuela
    Mirem-se no exemplo.

  7. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Tem que deixar uma boquinha para os petralhas corruptos

  8. PCC
    PCC

    Bolsonaro perdeu a grande chance de privatizar a Petrobrás. Não pode deixar nenhuma estatal pra essa gente. Vira antro de corrupção e cabide de emprego pra companheirada.

  9. David S
    David S

    A produção de feno, tem que aumentar e muito.
    O consumo do alimento predileto desses energúmenos, que nos “governa”, está exorbitante…..

  10. TDHA
    TDHA

    E assim, filme que se passa em um país fictício, lá se vai a última leva de investidores, o preço das ações da referida empresa despencou (e vai continuar a despencar). Quando estiver bem baixo, espertos conhecidos compram horrores, um repentino plano de suspensão da interferência aparece, e muita pouca gente fica trinhonária, sobrando aos habitantes desse país fictício, o preço para pagar, com impostos, a reentruturação da referida empresa. Esse filme tem muitas refilmagens. Não se cansam dos clássicos por lá…

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