Prévia do PIB em maio veio pior que o esperado

O IBC-Br cresceu em 1,31% em maio; expectativa era de uma alta da prévia do PIB de 4,5% [caption id="attachment_268126" align="aligncenter" width="702"] Foto: Steve Buissinne/Pixabay[/caption] Considerado uma prévia do Produto…
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Foto: Steve Buissinne/Pixabay | PIB: foi tão ruim assim?

O IBC-Br cresceu em 1,31% em maio; expectativa era de uma alta da prévia do PIB de 4,5%

PIB maio
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Considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do país, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou alta de 1,31% em maio na comparação com o mês anterior.

Esse dado foi divulgado nesta manhã pelo Banco Central e demonstra uma leve recuperação econômica em meio à pandemia. Conforme já divulgado por Oeste, em abril o índice sofreu queda de 9,73%.

Tal declínio, de acordo com o Banco Central, foi o maior registrado na série histórica, que começou em janeiro de 2003. No mês anterior, março, o índice também tinha apresentado forte queda, 6,16%.

Apesar da alta, a recuperação do PIB veio abaixo do que era esperado pelo mercado, informa a InfoMoney. De acordo com o consenso de economistas compilado pela agência Bloomberg, a expectativa era de alta de 4,5% levando em conta a comparação mês a mês.

Utilizando a comparação anual, o indicador apresentou queda de 14,24%. Um resultado pior do que a expectativa da Bloomberg, que previa -11,7%. No último levantamento, em abril, a queda anual ficou 15,09% do PIB do Brasil.

Crise mundial

A pandemia do coronavírus não afetou fortemente apenas a economia brasileira, mas também grande parte da economia mundial.

Segundo estimativa da Comissão Europeia (CE), o PIB da Espanha, a quarta maior economia do bloco europeu, vai sofrer uma queda superior a 10% no ano. O país foi um dos mais afetados pela pandemia no continente.

O Federal Reserve, o banco central dos EUA, projeta que a maior economia mundial vá sofrer  retração de 6,5% no PIB. Essa é a maior queda da economia norte-americana desde a Grande Depressão, nos anos 1930.

Economia emergente, tal como o Brasil, o México deve sofrer uma queda brutal, conforme estima a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No ano, o PIB mexicano deve encolher 7,5%.

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