Produção industrial do Brasil volta ao patamar pré-pandemia

Indicador subiu 2,6% em setembro, de acordo com o IBGE, com quinto mês de crescimento seguido.
-Publicidade-
Produção industrial brasileira já está de volta ao patamar pré-pandemia | Foto: Michael Schwarzenberger/Pixabay
Produção industrial brasileira já está de volta ao patamar pré-pandemia | Foto: Michael Schwarzenberger/Pixabay | produção industrial, setembro, ibge, crise do coronavírus, retomada econômica, retomada em v

Indicador subiu 2,6% em setembro, de acordo com o IBGE, com quinto mês de crescimento seguido

produção industrial, setembro, ibge, crise do coronavírus, retomada econômica, retomada em v
Produção industrial brasileira já está de volta ao patamar pré-pandemia
Foto: Michael Schwarzenberger/Pixabay

A produção industrial brasileira cresceu 2,6% entre agosto e setembro. É a quinta alta consecutiva do indicador, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados nesta quarta-feira, 4, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

-Publicidade-

Com esses resultados, o setor conseguiu eliminar a perda de 27,1% acumulada nos meses de março e abril, ou seja, no início da pandemia. A atividade industrial se situa 0,2% acima da registrada em fevereiro deste ano.

A produção industrial também registrou alta de 3,4% na comparação com setembro do ano passado e 4,8% na média móvel trimestral. Por outro lado, acumula quedas de 7,2% no ano e de 5,5% em 12 meses.

Na passagem de agosto para setembro, as quatro grandes categorias econômicas apresentaram alta, com destaque para os bens de consumo duráveis, que disparou 10,7%. As demais categorias registraram as seguintes taxas de crescimento: bens de consumo semi e não duráveis: 3,7%; bens de capital: 7%;  e os bens intermediários: 1,3%.

Das 26 atividades industriais pesquisadas, 22 tiveram alta, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias, que avançou 14,1%. O setor vem de cinco meses de alta, quando acumulou 1.042,6% de crescimento, impulsionado pela continuidade do retorno à produção após a paralisação decorrente crise do coronavírus. Apesar disso, ainda se encontra 12,8% abaixo do patamar de fevereiro.

Outras atividades com altas relevantes foram máquinas e equipamentos (12,6%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (16,5%), couro, artigos para viagem e calçados (17,1%) e produtos alimentícios (1,2%).

A queda na produção ocorreu em quatro atividades, com destaque para as indústrias extrativas (3,7%), setor que havia apresentado três meses de resultados positivos consecutivos e que acumularam expansão de 18,2%.

Com informações da Agência Brasil

-Publicidade-
* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais.

1 comentário Ver comentários

  1. A única salvação para os impatrióticos esquerdopatas, é instituir o caos, torcer para o Joe Biden invadir a Amazônia sem pau de fósforo nas mãos, e é lógico, pedir ao Psol prá arranjar outro bispo.
    Se essa corja genocida se afastar, nem a china aguenta o Brasil. Primeira potência mundial.

Envie um comentário

Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Meios de pagamento
Site seguro
Seja nosso assinante!

Reportagens e artigos exclusivos produzidos pela melhor equipe de jornalistas do Brasil.