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Economia

Redução da jornada sem compensações preocupa pequenos negócios

Estudo projeta perda de R$ 80 bilhões para economia e aumento médio de 6% nos preços ao consumidor

Posição do STF reforça decisão do tribunal. A nova regra será válida para profissionais de carteira assinada | Foto: Reprodução/Wikipedia
Para especialistas ouvidos pela reportagem, o principal ponto de preocupação é o aumento do custo da hora trabalhada sem mecanismos de compensação para quem emprega | Foto: Reprodução/Wikipedia

A redução da jornada semanal de 44 para 40 horas sem corte salarial pode custar até R$ 80 bilhões à economia brasileira, segundo estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A proposta, que avançou no Congresso nos últimos meses, divide especialistas sobre seus efeitos para trabalhadores, empresas e consumidores.

A Edição 324 da Revista Oeste analisou os impactos da medida e reuniu avaliações de economistas, advogados trabalhistas e parlamentares envolvidos no debate. Embora a promessa de mais tempo livre tenha conquistado apoio entre parte dos trabalhadores, os críticos da proposta argumentam que a mudança pode produzir consequências que vão além da rotina dentro das empresas.

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Além da perda estimada para a atividade econômica, o estudo da CNI projeta aumento médio de 6,2% nos preços ao consumidor e impacto de 5,7% nos produtos vendidos em supermercados. Para especialistas ouvidos pela reportagem, o principal ponto de preocupação é o aumento do custo da hora trabalhada sem mecanismos de compensação para quem emprega.

Especialistas comentam redução da jornada do trabalho

A discussão alcança também o mercado de trabalho. Enquanto os defensores da proposta sustentam que jornadas menores podem estimular novas contratações, especialistas em relações trabalhistas avaliam que o resultado pode ser diferente, principalmente para pequenas e microempresas, responsáveis por boa parte dos empregos formais do país.

A reportagem examina ainda os argumentos apresentados por apoiadores e críticos da mudança, as experiências internacionais frequentemente citadas no debate e os possíveis reflexos sobre preços, produtividade, informalidade e geração de empregos. A íntegra da análise econômica está disponível na Edição 324 da Revista Oeste.

+ Como ler notícias de Economia em Oeste

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