Setor de serviços cai pelo segundo mês seguido

No entanto, na comparação com o mesmo período do ano passado, o setor ostenta um crescimento de 7,5%
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Setor de serviços registrou segunda queda mensal seguida em outubro
Setor de serviços registrou segunda queda mensal seguida em outubro | Foto: Andreas H./Pixabay

O volume de serviços prestados no Brasil em outubro registrou queda de 1,2%, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a segunda retração mensal seguida do indicador.

No entanto, na comparação com o mesmo período do ano passado, o setor ostenta um crescimento de 7,5% — oitava taxa positiva em sequência.

Mesmo com o resultado negativo de outubro, o setor de serviços ainda está cerca de 2% acima do patamar pré-pandemia. Por outro lado, o segmento aparece mais de 9% abaixo do recorde atingido em novembro de 2014.

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O resultado dos serviços em outubro veio abaixo do esperado pelo mercado. A mediana das projeções apontava para um recuo de 0,2%.

O resultado de setembro foi revisado pelo IBGE: de uma queda de 0,6% para baixa de 0,7%.

No acumulado do ano, o setor ainda registra crescimento de 11%. Nos últimos 12 meses até outubro, a alta é de 8,2%, a maior da série histórica iniciada em 2012.

Veja os resultados de alguns dos principais subgrupos do setor de serviços em outubro

  • Serviços prestados às famílias: 2,7%
  • Serviços de alojamento e alimentação: 2,5%
  • Outros serviços prestados às famílias: 1%
  • Serviços de informação e comunicação: -1,6%
  • Serviços de tecnologia da informação e comunicação (TIC): -1,2%
  • Telecomunicações: -2,2%
  • Serviços de tecnologia da informação: -0,2%
  • Serviços audiovisuais: -1,7%
  • Serviços profissionais, administrativos e complementares: -1,8%
  • Serviços técnico-profissionais: -4,1%
  • Serviços administrativos e complementares: -1,3%
  • Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: -0,3%
  • Transporte terrestre: 1%
  • Transporte aquaviário: 1,4%
  • Transporte aéreo: -5,3%
  • Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: -1,4%
  • Outros serviços: -6,7%

Leia também: “Os verdadeiros números da economia brasileira”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 64 da Revista Oeste

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