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Economia

Tarifa de metrô e trens sobe para R$ 5,20 em São Paulo

Aumento é de R$ 0,20, em relação ao preço atual, de R$ 5

Trem em estação do Metrô de São Paulo
Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo, o ajuste visa a garantir a sustentabilidade financeira e a qualidade do transporte público | Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

A tarifa do Metrô de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) vai ser reajustada para R$ 5,20, a partir de 6 de janeiro. O governo do Estado anunciou o novo valor nesta quinta-feira, 26. O aumento é de R$ 0,20, em relação preço atual, de R$ 5.

Mesmo com a elevação do preço, as gratuidades vão se manter. O reajuste é inferior à inflação de 5,09%, conforme projeção do Índice de Preços ao Consumidor.

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Novo valor da tarifa de R$ 5,20 é inferior a inflação do período | Foto: Governo de São Paulo/Divulgação
Novo valor da tarifa de R$ 5,20 é inferior a inflação do período | Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo, o ajuste visa a garantir a sustentabilidade financeira e a qualidade do transporte público. A decisão considerou o aumento dos custos com manutenção, infraestrutura e pessoal.

Investimentos no Metrô

De acordo com a secretaria, a receita adicional obtida com o novo valor será totalmente reinvestida na modernização e na ampliação da infraestrutura de transporte. Atualmente, 17 obras estão em andamento, com um investimento total de R$ 38,5 bilhões.

Além do Metrô, a tarifa de ônibus também vai sofrer reajuste. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou, nesta quinta-feira, que o valor da tarifa na capital paulista vai para R$ 5. A medida valerá a partir da 0h de 6 de janeiro, a primeira segunda-feira de 2025.

O aumento representa uma elevação de 13,6%, em relação ao valor atual, de R$ 4,40.

De acordo com a prefeitura, o reajuste ocorre em virtude da inflação acumulada desde a última alteração tarifária, em janeiro de 2020, quando houve a pandemia de covid-19. O isolamento provocou, na época, um esvaziamento dos transportes públicos.

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A decisão foi discutida no Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), onde a SPTrans apresentou uma análise dos custos operacionais do sistema de transporte.

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2 comentários
  1. Fernando Bergamaschi
    Fernando Bergamaschi

    Sem novidades, assim seguimos pagando a conta da incompetência dos nossos governantes em fazer uma gestão fiscal, uma gestão financeira, uma gestão de custos com qualidade. É sempre assim, a máquina incha com a gastança, fica negativo, repassa a conta negativa pro povão que atualmente não tem dinheiro nem pra comer direito…é o fim….e janeiro tá aí, se preparem pra serem violentados pelo IPVA de novo…

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