Tereza Cristina garante que não vai faltar arroz nos supermercados

O preço do alimento aumentou em razão da demanda no mercado internacional
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Ministra da Agricultura, Tereza Cristina participa do VI encontro de implantação do  Cadastro Ambiental Rural (CAR) na CNA | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
Ministra da Agricultura, Tereza Cristina participa do VI encontro de implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) na CNA | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL | Ministra da Agricultura, Tereza Cristina participa do VI encontro de implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) na CNA | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

O preço do alimento aumentou em razão da demanda no mercado internacional

tereza cristina
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante evento no Palácio do Planalto
Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
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A ministra da Agricultura (Mapa), Tereza Cristina, assegurou que não faltará arroz nas prateleiras dos supermercados. O alimento, que compõe a dieta diária e a cesta básica dos brasileiros, está mais caro e chega a custar cerca de R$ 40 o saco de 5 quilos para o consumidor final. “O arroz não vai faltar. Agora, o preço está alto. Mas nós vamos fazer ele baixar. Se Deus quiser, teremos uma supersafra no ano que vem”, garantiu ontem a ministra à youtuber Esther Castilho.

Leia também: “A bolsa de valores e a nova revolução do capitalismo”, artigo de Dagomir Marquezi publicado na edição n° 24 da Revista Oeste

O preço do alimento aumentou em razão da demanda no mercado internacional, impactado pela pandemia de coronavírus, conforme a Associação Brasileira do Arroz. A entidade explica que vários países exportadores restringiram a oferta no mercado mundial, com o intuito de evitar o desabastecimento interno. Além disso, o dólar alto tornou atrativa a exportação da produção brasileira. Contudo, em nota, o Mapa informou que não haverá falta do produto na mesa dos brasileiros.

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6 comments

  1. Que saibamos valorizar nossos produtos e nossas terras cultiváveis. Que os novos empresários rurais aproveitem a grande oportunidade. Commodities é da nossa natureza, é pq temos hj com 30 anos de domínio comunista. Então, mãos à obra pq o MUNDO tem fome. Recuperamos rapidinho os assaltos q sofremos, a maior epidemia, e o covid-19, produzindo alimentos. Algum fica caro por aqui? Demanda externa, comamos angu ou substituimos por algo mais proteico. Tudo temos. Voltemos aos campos, produzimos frutas, milho, arroz, feijão, frangos e porcos em grande escala.
    Ô MUNDO TEM FOME.
    Tarcísio e Bolsonaro, continuem firme na infraestrutura necessária, façam as parcerias, cobrem os pedágios.
    Um NOVO BRASIL está ressurgindo do caos.

  2. Espero q a prioridade da produção seja o consumo doméstico (brasil), e o q sobrar seja exportado. Não é justo por causa do dólar alto, darem prioridade p as exportações p ganhar mais, e o produto no mercado interno ficar caro p o consumidor no varejo. Temos q começar a rever as tarifas d exportação nesses casos. Por exemplo, não tem lógica sermos os maiores produtores d soja do mundo e pagarmos mais d 7 reais por litro do óleo. Qual seria a vantagem p o povo brasileiro?

    1. Na própria reportagem a ministra informa q os países produtores diminuíram as exportações p atender o mercado interno, evitando desabastecimento. Só o Brasil q não faz isso a décadas nós competimos com os países comprando barato aqui, principalmente a China. A prioridade tem q ser o mercado interno.

  3. Quando esse pessoal vem a público dizer coisas desse tipo, é melhor correr ao supermercado e comprar logo uns 10 pacotes de 5 kg como garantia. A tal enchente na China que destruiu seus arrozais deve ser a causa disso tudo aí. Podem ter certeza. Vão vender todo o estoque para os xing ling, querem apostar?

  4. O BRASIL VIROU O CELEIRO DO MUNDO!! Bom para o AGRO, mas a produção não dá conta de atender o mercado interno. Sinais de crescimento no campo e de bons ventos para a nossa economia.

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