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Economia

Toyota vai retomar produção no Brasil

As operações estavam suspensas desde 23 de setembro, depois que a unidade de Porto Feliz (SP) foi danificada por um temporal

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Os veículos serão equipados, inicialmente, com motores híbridos flex importados da Ásia, principalmente do Japão | Foto: Divulgação/Toyota

Depois de enfrentar a paralisação de suas linhas de montagem por causa de um vendaval, a Toyota confirmou a retomada da produção em suas fábricas de Indaiatuba e Sorocaba, no interior paulista. Os trabalhos se darão a partir de 3 de novembro.

Os veículos serão equipados, inicialmente, com motores híbridos flex importados da Ásia, principalmente do Japão.

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As atividades estão suspensas desde 23 de setembro, quando a unidade de Porto Feliz (SP), responsável pelos motores flex, sofreu danos significativos devido ao temporal que atingiu o Estado de São Paulo. Segundo Evandro Maggio, presidente da Toyota no Brasil, ainda não há previsão para o retorno das operações nessa planta.

Impacto nas operações e nos trabalhadores da Toyota

Maggio informou que a suspensão temporária de contratos de trabalho, o lay-off, afetará apenas os funcionários de Porto Feliz. Já os trabalhadores das unidades de Sorocaba e Indaiatuba retornarão ao trabalho em 21 de outubro, depois das férias emergenciais.

A empresa adiou o lançamento do SUV compacto Yaris Cross para 2026, com data ainda indefinida. Os motores inicialmente importados serão os 1.8 híbridos flex que já equipam modelos como Corolla e Corolla Cross.

Durante os dois primeiros meses depois da retomada, a produção se concentrará nos modelos híbridos, com três turnos operando em Sorocaba e dois em Indaiatuba. Em janeiro, a Toyota começará a importar motores flex convencionais 1.5 e 2.0 para ampliar a oferta.

A expectativa é de queda na participação de mercado, já que os modelos sem eletrificação são os mais procurados no país. Mesmo diante das perdas, Maggio afirmou que a Toyota não calculou o prejuízo e está focada na normalização da produção.

O maquinário de Porto Feliz, pouco afetado, está sendo transferido para áreas seguras dentro da fábrica, e a reconstrução levará em conta uma análise climatográfica.

Leia também: “A farra do TST”, reportagem de Rachel Díaz, publicada na Edição 288 da Revista Oeste

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