A Viva Air, companhia aérea colombiana de baixíssimo custo, suspendeu todas as operações, incluindo voos no Brasil, devido a problemas financeiros, segundo a empresa. Não há previsão de retorno. “Lamentamos informar a suspensão temporária de nossas operações, dada a falta de definição oportuna da [autoridade de] Aeronáutica Civil sobre a aliança entre a Viva e a Avianca, única possibilidade para seguir voando e cumprir com nossos compromissos”, disse a Viva, em comunicado. “Informamos aos passageiros com voos vigentes com a Viva que não poderemos honrar agora seus planos de viagem. Informaremos oportunamente os passos a seguir depois desta decisão”, prosseguiu a nota.
No início de 2022, Viva e Avianca fizeram um acordo para unificar seus direitos econômicos, mas sem que houvesse mudanças na administração e na operação das empresas. Desde abril de 2022, a Viva busca a aprovação do governo para sua integração com a Avianca, maior companhia aérea da Colômbia, alegando que é a única maneira de superar seus problemas financeiros.
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Em junho de 2022, a empresa aérea anunciou inicialmente três voos por semana, com saída do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, para a Colômbia e com conexões para os Estados Unidos, México, Peru e República Dominicana. Na estreia, a companhia aérea prometia passagens até 35% abaixo das praticadas pelo mercado. O trecho São Paulo–Miami, com escala em Bogotá, custava US$ 480, com direito a apenas uma mochila. Afinal, a Viva era uma empresa considerada ultralow cost, as empresas de custo ultrabaixo, com mais restrições do que aquelas já consideradas de baixo custo.
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