O caso do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, que na última semana virou alvo de mandado de busca e apreensão autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, chegou às comissões de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e do Senado. Advogado do comunicador, Marcos Coutinho Lobo pede apoio parlamentar contra o que classifica como “ilegalidade”.
Primeiro, Coutinho Lobo levou o caso de seu cliente para a presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, Damares Alves (Republicanos-DF). Em mensagem enviada no início da tarde desta quinta-feira, 19, ele denuncia o que classifica como “ato estatal do STF” contra um jornalista.
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“Em razão da gravidade, abusividade, inconstitucionalidade, inconvencionalidade e ilegalidade do ato praticado material, individual e violentamente contra o jornalista, mas que atenta contra cláusulas pétreas, direitos e garantias de toda a coletividade, em especial de toda pessoa humana, a denúncia/alerta é para que esta comissão, e até mesmo o Senado Federal, promovam os atos que entenderem necessários e que são das competências/atribuições da comissão e do Senado Federal”, afirma o advogado de Luís Pablo. “Requer-se que esta denúncia/alerta seja comunicada/informada a todos os partidos políticos com representação no Congresso Nacional, para que adotem as medidas que entendem cabíveis.”
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Também na tarde desta quinta-feira, Coutinho Lobo levou o caso ao conhecimento do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), que representa o Estado onde Luís Pablo vive e trabalha. Ao congressista, o advogado manda mensagem similar à enviada para Damares e solicita o encaminhamento para a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara.
O caso do jornalista Luís Pablo
O jornalista Luís Pablo entrou na mira de Moraes no dia 10 de março. Na ocasião, o ministro do STF autorizou a Polícia Federal (PF) a efetuar mandado de busca e apreensão na casa do comunicador, em São Luís, capital do Maranhão.
A determinação do magistrado se deu a partir de requerimento feito pela divisão maranhense da PF, que acusa o jornalista de “perseguir” o ministro Flávio Dino. A solicitação contra o profissional da imprensa contou com apoio da Procuradoria-Geral da República.
Luís Pablo, que ganhou apoio público de veículos de comunicações e associações de jornalismo no Brasil e no exterior, afirma que a real perseguição se dá contra ele porque, em seu site independente, noticiou que a mulher de Dino usava de forma irregular e para fins particulares um carro que deveria ser restrito ao comando do Tribunal de Justiça do Maranhão.
Na visão de entidades como o Comitê para Proteção dos Jornalistas, a operação autorizada por Moraes contra o jornalista tem o intuito de violar o sigilo da fonte. Desde o mandado de busca e apreensão, o comunicador está sem seu computador, dois celulares e HD externo.
As informações completas do caso que envolve o jornalista Luís Pablo constam na reportagem “Liberdade de imprensa sob ataque”. Parte da Edição 314 da Revista Oeste, o texto completo está disponível aos mais de 100 mil assinantes da publicação (clique aqui para assinar).
Leia também: “Censura camuflada”, capa da Edição 314 da Revista Oeste









































Imprensa reaja! Acorda imprensa brasileira
O cara criticou o Flávio aDino algumas vezes, com
Muita razão e vira VÍTIMA de busca e apreensão, como se criticar um escroto que come fitas importantes para definir o destino de vidas de seres humanos, e de todo o Brasil 🇧🇷, um canalha, corrupto, associado a um HIPÓCRITA que é o Moraes, como se criticar essa desgraça não fosse obrigação de qualquer jornalista sério. Ou, pelo menos, NUNCA. FOI. NEM SERÁ. CRIME.
Busca e apreensão eé para intimidar, abusar do cara e da família… mafiosos… satanás. O de vocês está GUARDADO.