O Brasil enfrenta uma economia superaquecida e excessivamente endividada. O diagnóstico faz parte de uma análise da Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 30, depois de o país registrar o maior rombo orçamentário desde a pandemia. Para analistas internacionais, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva sacrificou a credibilidade das metas fiscais em troca de estímulos financeiros.
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O déficit nominal atingiu R$ 199,5 bilhões em março, valor muito acima do teto previsto por consultorias do mercado. Alberto Ramos, economista-chefe para América Latina do Goldman Sachs, afirmou em relatório que a falta de controle sobre as despesas destruiu a confiança dos investidores. O rombo é o maior registrado desde junho de 2020.
Estímulo eleitoral e descrédito
O governo Lula acelerou a liberação de recursos logo que as pesquisas mostraram um cenário desfavorável ao petista nas eleições presidenciais deste ano. O Palácio do Planalto despejou dinheiro na economia por meio de subsídios e cortes de impostos sobre combustíveis. Investidores enxergam nessas medidas um esforço para impulsionar a candidatura de Lula contra o senador Flávio Bolsonaro.
A Bloomberg destaca que o governo central está quitando dívidas judiciais ao mesmo tempo em que injeta estímulos artificiais no mercado. Essa combinação cria uma pressão inflacionária e eleva os juros. A agência pontua que a estratégia de gastar mais para garantir apoio popular compromete o futuro econômico do país.
Analistas acreditam que a deterioração das contas deve continuar até a votação. O governo busca atrair o eleitor com planos de perdão de dívidas, o novo Desenrola, mas o custo disso aparece no endividamento público recorde. A credibilidade fiscal do Brasil está em xeque enquanto Brasília prioriza a manutenção do poder.
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ANTES TARDE DO QUE NUNCA….
SÓ AGORA A GRANDE MÍDEA PERCEBEU O DESCALABRO QUE ESTE PAÍS ESTÁ VIVENDO….
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TIRAR ESSA VACA DO BREJO VAI SER UM TRABALHO ERCÚLEO !
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