publicidade
Imprensa

Bloomberg aponta descontrole de Lula: maior rombo desde a pandemia

Agência internacional expõe erosão da credibilidade fiscal brasileira e alerta para deterioração das contas

Segundo opositores, soberania nacional é pretexto de Lula da Silva para contestar vigilância dos EUA | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O governo Lula registrou um déficit de R$ 199,5 bilhões em março | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Brasil enfrenta uma economia superaquecida e excessivamente endividada. O diagnóstico faz parte de uma análise da Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 30, depois de o país registrar o maior rombo orçamentário desde a pandemia. Para analistas internacionais, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva sacrificou a credibilidade das metas fiscais em troca de estímulos financeiros.

+ Leia mais notícias de Imprensa em Oeste

Receba nossas atualizações

O déficit nominal atingiu R$ 199,5 bilhões em março, valor muito acima do teto previsto por consultorias do mercado. Alberto Ramos, economista-chefe para América Latina do Goldman Sachs, afirmou em relatório que a falta de controle sobre as despesas destruiu a confiança dos investidores. O rombo é o maior registrado desde junho de 2020.

Estímulo eleitoral e descrédito

O governo Lula acelerou a liberação de recursos logo que as pesquisas mostraram um cenário desfavorável ao petista nas eleições presidenciais deste ano. O Palácio do Planalto despejou dinheiro na economia por meio de subsídios e cortes de impostos sobre combustíveis. Investidores enxergam nessas medidas um esforço para impulsionar a candidatura de Lula contra o senador Flávio Bolsonaro.

A Bloomberg destaca que o governo central está quitando dívidas judiciais ao mesmo tempo em que injeta estímulos artificiais no mercado. Essa combinação cria uma pressão inflacionária e eleva os juros. A agência pontua que a estratégia de gastar mais para garantir apoio popular compromete o futuro econômico do país.

Analistas acreditam que a deterioração das contas deve continuar até a votação. O governo busca atrair o eleitor com planos de perdão de dívidas, o novo Desenrola, mas o custo disso aparece no endividamento público recorde. A credibilidade fiscal do Brasil está em xeque enquanto Brasília prioriza a manutenção do poder.

Leia também: “Fragilidade de Lula e pena de Bolsonaro são destaque na imprensa internacional”

Confira

Leia mais sobre:

2 comentários
  1. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    ANTES TARDE DO QUE NUNCA….
    SÓ AGORA A GRANDE MÍDEA PERCEBEU O DESCALABRO QUE ESTE PAÍS ESTÁ VIVENDO….
    DURANTE ANOS AVALIZARAM A ROBALHEIRA ..QUIETINHOS !
    TIRAR ESSA VACA DO BREJO VAI SER UM TRABALHO ERCÚLEO !

  2. Plínio de Assis Tavares Junior
    Plínio de Assis Tavares Junior

    O Biden do “Sul Global” deixa um Rastro se roubalheira.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade