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Folha: no ritmo de Lula, universalização de água saneamento só em 2070

Norte e Nordeste são as regiões mais prejudicadas por decretos do presidente para o setor, afirma jornal

presidente lula PT
| Foto: Allison Sales/Shutterstock

No que depender do ritmo de investimentos do governo Lula (PT), a universalização de água e o saneamento só seriam realidade no Brasil no ano de 2070. A informação é da Pesquisa do Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associado.

O levantamento mostra que a população do pais corre o risco de adiar por cerca de 40 anos os benefícios previstos no marco legal do saneamento básico. A medida, de 2020, deveria atualizar e expandir a antiga lei do saneamento.

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Na teoria, o plano do marco é que 99% da população tenha acesso a abastecimento de água e 90% a esgotamento sanitário até 2033.

“Entretanto, o levantamento identificou que, se mantido o atual ritmo de investimentos, a universalização desse direito básico só será alcançada em 2070”, observou a Folha de S.Paulo em seu editorial de opinião desta quarta-feira, 17.

A modernização do setor seria possível a partir da criação de condições regulatórias para privatizações, concessões e parcerias público-privadas. No entanto, o jornal afirma que o plano é tratado com “desmazelo”.

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Um exemplo disso vem do PT, que votou contra a lei. Para o partido de Lula, “a iniciativa privada elevaria tarifas e penalizaria os pobres”.

“Ao chegar ao Palácio do Planalto, o governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva tentou voltar atrás na diretriz do marco”, lembrou a publicação. “Dois decretos presidenciais, mesmo após as edições solicitadas pelo Congresso, flexibilizaram algumas regras e criaram mecanismos para preservar estatais ineficientes”.

Por medidas de Lula, vulneráveis continuam sem a universalização de serviços básicos

De acordo com a Folha, as regiões mais prejudicadas são justamente as que mais precisam: o Norte e o Nordeste.

“O governo, num contraste entre discurso e prática, prejudica o cidadão das áreas mais vulneráveis, que se mantém dependente de repasses de verbas estaduais e federais para obras públicas de saneamento”, analisou o editorial.

Para o jornal, o que o governo federal faz é seguir uma “nefasta tradição”. “Gerações de políticos brasileiros seguiram a máxima de que obra enterrada não dá voto, mas manter estatais ineficientes perpetua poder”, criticou a Folha.

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2 comentários
  1. Denis R.
    Denis R.

    Ahh vá?! Sério Foia? Quer dizer então que o PT não se preocupa com os mais pobres? Quem iria imaginar não é mesmo? Afinal eles só governaram o país por mais de uma década… )-;

  2. Ivan Sérgio de Paula lima
    Ivan Sérgio de Paula lima

    Nem li. Cambada de crápulas. Ajudaram a eleger esse desgoverno! Oeste continua dando visão a esse lixo de imprensa.

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