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Para site da Globo, Charlie Kirk era membro da 'extrema direita'

O portal g1 usou termos pejorativos para, num primeiro momento, noticiar o atentado que culminou na morte do ativista conservador

charlie kirk e família
Charlie Kirk era casado e pai de duas crianças; site mantido pelo Grupo Globo preferiu chamá-lo de integrante da 'extrema direita' | Foto: Reprodução/Facebook/@realCharlieKirk

O atentado que resultou na morte de Charlie Kirk, ativista conservador de 31 anos que era casado e pai de duas crianças, repercutiu na imprensa brasileira. Site mantido pelo Grupo Globo, o g1 chamou o influenciador norte-americano de integrante da “extrema direita”.

“Charlie Kirk, ativista da extrema direita, é baleado em universidade dos EUA; VÍDEO” foi o título que estampou as páginas do g1 num primeiro momento. Horas depois, o veículo de comunicação mudou a chamada.

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Notícia publicada no G1 (2/7/2024) | Foto: Reprodução/G1
Notícia publicada no g1 — 10/9/2025 | Foto: Reprodução/G1

A alteração do título coincidiu com a confirmação da morte de Kirk. No conteúdo que segue no ar no site do Grupo Globo, as palavras “extrema direita” saíram. Elas deram lugar a “conservador e aliado de Trump”, em alusão à aproximação do ativista assassinado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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Sistema virtual que serve como arquivo do que sai em blogs, sites e portais, o Web Archive mostra que, apesar da definição inicial de Kirk como representante da “extrema direita”, o g1 não se referiu ao assassino como extremista em nenhum momento. Horas depois, policiais prenderam Tyler Robinson pelo crime.

Site da Globo chama réu confesso de “suspeito”

Preso por autoridades norte-americanas, Robinson confessou o assassinato em uma rede social. Apesar disso, o g1 preferiu chamar o criminoso de “suspeito”. Dessa forma, o site relacionou apenas a vítima a supostos extremistas.

O atentado que resultou no assassinato de Charlie Kirk, em 10 de setembro, serve como fio condutor da matéria de capa da Edição 288 da Revista Oeste. A reportagem intitulada “Vítimas da intolerância” mostra que o site do Grupo Globo não foi o primeiro veículo de comunicação da mídia brasileira a tachar pensadores de direita como “extremistas” e “radicais”.

A matéria sobre o assassinato de Kirk está disponível de forma exclusiva aos mais de 100 mil assinantes de Oeste. Para fazer parte dessa comunidade e apoiar a empresa que não aceita dinheiro público nem chama ativistas conservadores de membros da “extrema direita”, basta clicar aqui, escolher o plano e seguir os passos indicados.

5 comentários
  1. Luiz Ricardo Assis
    Luiz Ricardo Assis

    Para o restante da direita brasileira, ninguém conhecia até ele morrer. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk agora falta o trump e a família Bolsonaro

  2. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Óbvio, se a Globo recebe milhões de um governo de extrema esquerda, tem conluio com o STF, tudo fora da casinha é extrema direita.

  3. Ivan Sérgio de Paula lima
    Ivan Sérgio de Paula lima

    Sua hora vai chegar, Globolixo!
    E para todos seus falsos jornalistas ativistas.

  4. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    Só gente ruim rotula assim – quem assistiu a mais de vinte vídeos de Charlie Kirk no canal dele no YouTube sabe que de “extremista” ele NADA tinha.

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